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Hipertensão – Plano de Saúde Rio September 21, 2011

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O que é ?

A hipertensão arterial é uma doença crônica degenerativa mais comum em nosso meio e a uma maior chance de desenvolver complicações, tais como acidente vascular cerebral (derrame), infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca.

Existem dois tipos de hipertensão arterial (HA): hipertensão primária e secundária. A HA primária caracteriza por não haver uma causa conhecida , enquanto a HA secundária, onde é possível identificar-se uma causa para a hipertensão, como por exemplo problemas renais , problemas na artéria aorta, tumores (feocromocitoma) e algumas doenças endocrinológicas.

Todas as pessoas, mesmo que não sintam nada, devem verificar a pressão com seu médico pelo menos uma vez por ano.

Causas

É um problema que afeta homens e mulheres. Sabe-se que, além da herança familiar, hábitos como comer muito sal, viver com estresse, estar com peso acima do ideal, não fazer exercícios e tomar bebidas alcoólicas em excesso, também ajudam a pressão a subir. Assim, evitando-se estes fatores pode-se evitar a hipertensão, mesmo quando existir a tendência hereditária.

Como já colocado, para a maioria dos casos de hipertensão não é possível identificar a causa. Uma boa orientação é conscientizar o paciente hipertenso de que não há cura, mas sim um controle adequado de sua pressão arterial. A exceção a esta regra seriam aqueles casos de hipertensão secundária, onde é possível identificar-se a causa, na maioria das vezes passível de tratamento, em tese, possível a cura.

Existem alguns fatores que definidamente interferem aumentando os níveis tensionais, por exemplo, o hábito de fumar, o uso de bebidas alcoólicas, a obesidade, o ‘stress’ e a ingestão excessiva de sal. O controle destes fatores é de extrema importância para pressão arterial e devem ser valorizados

Descrição

O coração bombeia o sangue através de canais chamados artérias e arteríolas. Estes tubos levam o sangue para todas as partes do corpo. Quando o sangue é bombeado através das artérias, ele é empurrado contra suas paredes; esta pressão do fluxo sangüíneo é chamada pressão sangüínea arterial ou simplesmente pressão arterial.

A pressão arterial varia em diferentes horas do dia e durante as diferentes atividades. A tendência é que ela diminua durante o sono e aumente quando o indivíduo estiver nervoso, aborrecido ou quando estiver fazendo exercícios. A pressão deve ser medida enquanto a pessoa estiver sentada ou deitada.

Se a largura interna das artérias diminuir, haverá maior dificuldade para o sangue passar, e o coração terá que trabalhar mais para bombear o sangue. Assim, com o tempo, o coração vai sendo prejudicado.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através da medida da pressão arterial, com a ajuda de um esfigmomanômetro. Existem alguns fatores que alteram a pressão arterial, portanto uma medida isolada da pressão arterial não é suficiente para tal diagnóstico, sendo necessário, quando da suspeita de HA, várias medidas em momentos diferentes do dia. Hoje já existe disponível um sistema de monitorização ambulatorial da pressão arterial, o MAPA, que torna mais fácil e certo o diagnóstico da HA, no qual alguns pacientes são submetidos durante 24 horas à medida sistemática de sua pressão arterial, durante as várias atividades de seu dia, quando houver a necessidade de indicação médica precisa.

Em termos de valores de pressão arterial, considera-se como normais os valores até 140 para a pressão arterial sistólica ( ou “máxima”) de até 90 para a pressão diastólica (“ou mínima”). A partir destes valores até 159/94 classificam-se como hipertensão limítrofe, e como hipertensão definida os níveis pressóricos superiores ou iguais a 160/95. Apesar destes critérios, sabe-se que quanto maior a pressão arterial (sistólica ou diastólica) maior será a mortalidade e as complicações associadas.

Sintomas

O risco de derrame cerebral, problemas renais e insuficiência cardíaca congestiva aumenta, podendo inclusive afetar a irrigação sangüínea dos olhos (retina). Se comparadas às pessoas com pressão normal, as pessoas com hipertensão não controlada correm o triplo de risco de desenvolver ataque cardíaco congestivo e sete vezes de ter um derrame cerebral.

Ter pressão alta, não é igual a ter ‘problema de coração’, mas pode ser o primeiro passo. O indivíduo hipertenso tem de três a cinco vezes mais chances de apresentar um acidente vascular cerebral ( derrame ), duas a três vezes mais chance de desenvolver cardiopatia isquêmica (doença das artérias coronárias como angina ou infarto), três vezes mais chance de desenvolver claudicação intermitente ( dor em membros inferiores ao caminhar, secundária a obstrução de alguma artéria), e quatro vezes mais chance de desenvolver insuficiência cardíaca ( falha do coração como bomba, levando a falta de ar ) do que o indivíduo normotenso. Portanto, com um bom controle da pressão arterial é possível a prevenção de muitas doenças do sistema cardiovascular.

A hipertensão arterial ou pressão alta é um fator de risco muito traiçoeiro. Ela ataca devagarinho, sem sintomas, você só nota as conseqüências.

O coração fica sobrecarregado, passando a trabalhar mais até perder sua capacidade de contração. A pressão sobre as artérias provoca dificuldades para a circulação do sangue.

Associada a outros Fatores de isco, seus perigos são ainda maiores.

Uma pressão mais alta que 14 por 9 duas vezes em dias diferentes evidencia a hipertensão

Lembre-se, a orientação médica pode salvar a sua vida!

Tratamento

O tratamento pode ser medicamentoso e não- medicamentoso. Qualquer que seja a opção, é muito importante obter-se a adesão continuada do paciente às medidas recomendadas.

ecomendações não farmacológicas úteis no tratamento da hipertensão arterial:

Tratar a obesidade como principal objetivo;
eduzir a ingestão de sal para no máximo 5 g por dia;
Aumentar a ingestão de frutas e verduras, para obter maior ingestão de potássio;
Limitar a ingestão de álcool a menos de 40mg por dia ( i.e. 1 cerveja ou 1/2 garrafa vinho ou 1 dose de destilado );
ealizar exercícios físicos regularmente;
eduzir a ingestão de gorduras saturadas e carboidratos refinados;
Parar de fumar.

Do ponto de vista medicamentoso, existe uma gama de medicações eficazes no controle da hipertensão, cabendo ao seu médico a escolha de uma ou mais drogas, de acordo com a gravidade e com as patologias associadas . É fundamental que o tratamento medicamentoso seja feito sob orientação médica.

Alimentos a serem evitados: Enlatados, presunto, mortadela, salsicha, lingüiça, carne de sol, chocolate, maionese, frituras, alimentos muito salgados e refrigerantes normais ou diet.

Exercícios físicos

Uma forma agradável de se cuidar. Atividade física fortalece o seu organismo e relaxa, pois faz com que você se distraia. Além disso, ajuda a reduzir o triglicérides, o colesterol, combater o diabetes e a obesidade. Praticando exercícios regularmente (no mínimo 3 vezes por semana) você diminui bastante os riscos de pressão alta. Algumas pessoas até deixam de ser hipertensas apenas com práticas de exercícios.

Obs: Se você for caminhar… Comece com caminhadas de 15 a 30 minutos diários de uma vez ou dividido em 3 vezes de 10 minutos ao dia.

Quem tem maiores chances de ter hipertensão?

A pressão alta ou hipertensão pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum nos adultos e nos idosos. Além disso:

É mais freqüente na raça negra
Aumenta com a idade
É mais comum em homens com até 50 anos
Em mulheres após os 50 anos
Ocorre mais em diabéticos
Principalmente em pessoas que já tiveram casos na família

Fonte: Clique Saúde

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Hipertensão é principal causa de diálise – Plano de Saúde RJ September 14, 2011

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Nos últimos dez anos, a hipertensão passou a ser o principal problema que leva à diálise no Brasil, segundo dados de um censo feito pela SBN (Sociedade Brasileira de Nefrologia) com mais da metade das unidades de diálise de todo o país.

Em 1999, 17% dos pacientes que faziam o tratamento eram hipertensos. Em 2009, essa proporção subiu para 35%.

De acordo com Carmen Tzanno, membro da SBN, houve uma mudança no perfil do doente renal. Antes, o problema era causado principalmente por doenças infecciosas, e os jovens eram a maioria dos pacientes que faziam diálise. Hoje, dois terços dos pacientes que fazem o tratamento têm mais de 40 anos.

Segundo Tzanno, a melhora do acesso ao atendimento médico para tratar infecções contribuiu para a mudança. “Além disso, as pessoas com doenças crônicas vivem mais e, assim, têm mais tempo de vida para desenvolver outros problemas, como a doença renal.”

No Brasil, a segunda principal causa de doenças renais é o diabetes -27% dos pacientes que fazem diálise têm o problema. Nos Estados Unidos, essa é a principal causa.

Quando não são controlados, o diabetes e a hipertensão danificam os vasos sanguíneos, o que é especialmente prejudicial no caso do rim, órgão filtrador, como explica Paulo Luconi, presidente da ABCDT (Associação Brasileira dos Centros de Diálises e Transplantes).

“As doenças crônicas são altamente tratáveis. Mesmo para quem tem doença crônica renal, é possível postergar ou evitar a diálise com o acompanhamento correto”, diz o médico, também professor da Unifesp.

No total, o número de doentes renais que fazem diálise cresceu 81% entre 2000 e 2009. Para Luconi, os dados revelam uma “epidemia da doença renal” devido à piora dos hábitos de vida da população e ao crescimento da obesidade e do sedentarismo. “Aumentou o número de pacientes com doenças renais que fazem diálise, e esse número vai continuar a aumentar”, afirma.

Prevenção

Na quinta-feira (11), Dia Mundial do Rim, a SBN vai lançar uma campanha nacional para incentivar o controle do diabetes e o diagnóstico precoce da doença renal. A ideia é encorajar a triagem dos pacientes com diabetes e hipertensão para detecção de doenças renais e evitar que o paciente evolua até a insuficiência renal.

A identificação da doença renal é realizada por dois exames simples -um de urina, para ver se há perda de proteínas, e outro que mede uma proteína chamada creatinina no sangue.

Luconi recomenda que os pacientes peçam que seus médicos incluam os dois exames no checkup. “Eles são simples e baratos, mas muitos médicos deixam de fazê-los porque não ainda não existe uma cultura para prevenir ou detectar doenças renais.”

Fonte: Clique Saúde

Ministro da Saúde recomenda sexo para combater a hipertensão – Plano de saúde Rio August 22, 2011

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O ministro José Gomes Temporão (Saúde) recomendou nesta segunda-feira que as pessoas façam sexo como uma das alternativas para prevenir problemas de hipertensão. A afirmação foi feita durante entrevista coletiva em que ele apresentou dados que mostram um aumento na proporção de brasileiros com a doença.

Primeiro ele brincou dizendo que, além de cinco porções diárias de frutas e hortaliças, as pessoas deveriam fazer sexo cinco vezes por dia ou por semana. Ao final, recomendou: “Dancem, façam sexo, mantenham o peso, façam atividades físicas e, principalmente, meçam a pressão arterial.”

De acordo com o levantamento apresentado, a proporção de brasileiros com hipertensão subiu de 21,5%, em 2006, para 24,4% no ano passado. Os dados, levantados por meio de 54 mil entrevistas feitas por telefone, consideram alta a pressão arterial igual ou superior a 14 por 9.

O Rio de Janeiro é o Estado com maior número de hipertensos (28%), seguido por São Paulo (26,5%).

Os dados mostram ainda que o aumento do número de hipertensos ocorreu em todas as faixas etárias, mas os idosos são os mais atingidos: 63,2% têm o problema. Entre a população até 34 anos, os números não passam de 14%. Já dos 35 anos aos 44 anos, a taxa é de 20,9%. Dos 45 aos 54 anos, chega a 34,5% e dos 55 aos 64 anos, totaliza 50,4%.

O estudo mostra ainda que a proporção de hipertensos é maior entre as mulheres –27,2% contra 21,2% entre os homens. Além disso, quanto menor a escolaridade, maiores são os casos diagnosticados. Entre os adultos com oito anos de escolaridade, por exemplo, o índice é de 31,5%, enquanto entre os com nove, dez ou 11 anos de estudo soma 16,8%.

A hipertensão é causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular pelo corpo. O movimento acaba sobrecarregando órgãos como o coração, os rins e o cérebro. Se não for tratada, a hipertensão pode provocar complicações como o entupimento de artérias, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e infartos.

Fonte: Clique Saúde

Hipertensão arterial sistêmica – Plano Shop Saúde October 20, 2010

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A hipertensão arterial é definida como uma pressão igual ou maior que 140/90 mmHg, quando encontrado em pelo menos duas aferições, realizadas em momentos diferentes, com o cliente em repouso e sem ter utilizado nenhuma substância que interfira na pressão arterial.

O desenvolvimento de hipertensão depende da interação entre predisposição genética e fatores ambientais, embora, em média, 90% a 95% dos casos não existe etiologia conhecida ou cura, sendo o controle da pressão arterial obtido por tratamento farmacológico e mudanças do estilo de vida.

A hipertensão arterial é responsável por 40% das mortes por acidente vascular cerebral e 25% daquelas por doença coronariana.

Segundo o Ministério da Saúde, a pressão arterial é classificada como:

Classificação PAS (mmHg) PAD (mmHg)
Normal < 120 < 80
Pré-hipertensão 120-139 80-89
Hipertensão
Estágio 1 140-159 90-99
Estágio 2 ≥ 160 ≥ 100

Quando as pressões sistólica e diastólica estão situadas em categorias diferentes, a maior é utilizada para a classificação do estágio do quadro hipertensivo.

Entre as mudanças que devem ocorrer na vida de um hipertenso, estão a redução do peso corporal (manter IMC entre 18,5 a 24,9 kg/m), consumo de uma dieta rica em frutas e vegetais e alimentos com baixa densidade calórica e baixo teor de gorduras saturadas e totais, a redução de bebidas alcoólicas (limitar o consumo a 30 g/dia de etanol para os homens e 15 g/dia para mulheres), a abolição do tabagismo, a realização de exercícios físicos (habituar-se à prática regular de atividade física aeróbica, como caminhadas por, pelo menos, 30 minutos por dia, 3 a 5 vezes/semana) e a redução do consumo de sal (reduzir a ingestão de sódio para não mais de 2,4 g de sódio – 6 g de sal/dia = 4 colheres de café rasas de sal). Há evidências de proteção para AVE (Acidente Vascular Encefálico) e menor necessidade de medicamentos para o controle da PA com a ingestão de potássio.

O estresse também está relacionado com o aumento da pressão arterial. Reduzir o estresse não significa que você tenha que mudar para o campo ou abandonar seu emprego, basta adotar medidas para uma melhor qualidade de vida, como tempo para a prática de exercícios físicos e atividades que lhe tragam satisfação pessoal.

Enfermeira Letícia Cardoso de Lacerda Pereira
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