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Sucos naturais – Plano de Saúde Rio October 7, 2011

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Depois de eventuais excessos nas refeições, os sucos naturais podem ser um importante aliado para quem quer desintoxicar o organismo e ganhar mais disposição. A saúde dos intestinos tem profunda relação com a pele, o humor, a disposição e também com o controle de peso. Veja alguns sucos o e o benefício de cada um:

Suco de maçã: os poderes anti-oxidantes da maçã fazem deste suco um dos mais saudáveis. Isso quer dizer que a fruta ajuda a combater radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e pela desregulação do organismo. Se quiser “turbinar” o suco, misture cenoura, beterraba ou aipo.

Suco de uva: também um poderoso anti-oxidante, com a vantagem de que ajuda a reduzir o colesterol e melhorar a circulação sanguínea.

Suco de melancia: um ótimo diurético. Se misturado com morango, o suco também ajuda na boa circulação do sangue.

Suco de abacaxi: um santo remédio para má digestão, porque concentra uma grande quantidade de enzimas. Assim como os sucos de figo e gengibre, o de abacaxi ajuda a controlar o colesterol no sangue e contribui para o bom funcionamento da vesícula biliar.

Suco de banana, pêra e alface: esses três ingredientes resultam em um bom antídoto para a insônia. Nessa área, não podemos esquecer o suco de maracujá, ótimo calmante.

Suco de mamão: por causa das propriedades digestivas do mamão, o suco ajuda a manter o intestino funcionando corretamente.

Suco de laranja com couve: é apropriado para quem sofre de anemia (ausência de ferro no sangue). A combinação cria um suco rico em ferro e em vitamina C, que por sua vez ajuda na absorção do mineral.

Suco de abacaxi, maçã, cenoura e gengibre: as enzimas digestivas do abacaxi e do gengibre, em especial, são auxiliares na digestão e evitam que toxinas se acumulem e dêem origem à celulite. Para ajudar no combate aos furinhos, esfolie as pernas com bucha vegetal, antes do banho.

Fonte: Dicas de Saúde

Obesidade infantil – Plano de Saúde RJ October 6, 2011

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Não é nenhuma novidade para ninguém falar que gordura em excesso no organismo provoca diversos problemas de saúde. O preocupante é que a obesidade atinge cada vez mais crianças e jovens.

De acordo com um levantamento feito atualmente pelo IBGE, 18% dos meninos e 15,4% das meninas entre 10 e 19 anos estão com sobrepeso. Esse índice na pesquisa realizada em 1974/75 era de 3,9% para os adolescentes do sexo masculinos e 7,5% para as garotas.

Alguns pais não estão passando bons hábitos alimentares para seus filhos, pois a família não senta mais a mesa. As refeições são substituídas por lanches e outros tipos de alimentos industrializados. Esses produtos não têm todos os nutrientes e em compensação são altamente calóricos. Algumas mães acreditam que se derem um pacote de salgadinho e refrigerante estão alimentando o seu filho mais que se oferecessem um prato de arroz e feijão com um suco natural.

Faça substituições: no lugar do refrigerante normal, ofereça a seu filho um suco de frutas. A criança é fruto do meio em que vive. Ela come o que o adulto oferece. Por isso, toda a família tem que seguir uma alimentação saudável. As crianças possuem um metabolismo mais acelerado, por isso é mais fácil obter resultado com as dietas. Mas, não adianta preparar aquela comidinha de dieta somente para a criança, toda a família deve sofrer uma reeducação alimentar. Dessa forma, todos, e não apenas seu filho, serão beneficiados com uma alimentação saudável. Vários pais ficam satisfeitos porque perdem peso junto com seus filhos. Mas existe ainda um grande problema: os alimentos oferecidos nas cantinas escolares. A escola deveria oferecer educação em todos os níveis, inclusive relacionada à alimentação.

Não há como garantir que o aluno irá seguir uma alimentação saudável em casa, mas pelo menos na escola ele seguirá.

Fonte: Dicas de Saúde

Emagrecer com responsabilidade – Plano de Saúde Rio October 5, 2011

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Não existem fórmulas mágicas durante o processo de emagrecimento; essa fase deve ser leve, prazerosa e reveladora. O primeiro passo a ser dado é desenvolver o querer e, para que esse querer esteja repleto de comprometimento com a causa, com a saúde, devemos nos livrar de tudo aquilo que nos aborrecer, dos lixos internos que acumulamos e que nos fazem ficar “pesados”. “Engolir sapo” é altamente calórico.

O segundo passo é resgatar os prazeres da vida, entendendo que a comida não é e não precisa ser a única fonte de delícias. O nascer do sol pode ser saboroso, caminhar ou estar com os amigos pode ser confortante, muito mais que um bombom Trocar afetos por bolos e tortas é uma troca injusta e ineficiente. Por um instante, o alimento preenche o vazio interno, satisfaz momentaneamente determinada carência, tudo bem! Mas fazer isso é o mesmo que abastecer um carro a álcool com gasolina. Ele pode até andar, mas vai engasgar até estragar o motor. Nesse momento, o terceiro passo se apresenta, às vezes com cara de “bandido”, revelando tudo aquilo que por tempos foi ocultado atrás da gordura. Medos inseguranças, incertezas, frustrações, sentimentos escondidos e soterrados por balas, barras de chocolates e sanduíches.
Remover os entulhos encará-los, talvez seja complicado, mas não deixa de oferecer o enorme prazer de encontrar, entre incertezas, inseguranças e quilos em excesso um ser poderoso e forte, que vale mais do que pesa. Encontrar novos caminhos para o dia-a-dia, um estilo de vida mais saudávele pleno guarda um inesquecível sabor de vitória. Essas revelações trazem a leveza para a alma e para o coração. Esteja certo disso e, a partir desse instante, tudo ficará mais fácil.

Definição de metas na dieta, assumir com convicção o tratamento, seja ela qual for, até encontrar o ponto de equilíbrio físico, mental e emocional. Emagrecer é um ato de amor-próprio, de busca pela auto-estima e de todos os prazeres da vida: social, profissional, familiar, sexual. Emagrecer com responsabilidade é resgatar sua identidade. Por isso, ao tomar a decisão, procure se alimentar de forma adequada, em busca de sua felicidade e não para atingir padrões estéticos preestabelecidos pela nossa sociedade. Ao emagrecer feliz, perceberá que a conquista dessa leveza, do corpo e da alma, será uma conquista eterna.

Diga Não a TPM! – Plano Shop RJ October 4, 2011

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Para começar você deve prestar atenção na sua alimentação, pois ela ajuda muito a combater sintomas da TPM. Quase todos os sintomas da TPM têm alguma relação com a alimentação, que podem estar sendo consumidos em excesso ou escassez. Para isso é preciso alguns ajustes para que os benefícios apareçam, priorizando a ingestão de alguns e evitando a de outros.

O nervosismo, irritabilidade, depressão e crises de choro comuns nesse período são causados pelas baixas de cálcio e vitamina B6 no organismo, dias antes da menstruação.

Você não precisa gastar fortunas com medicamentos, o melhor mesmo é optar por alimentos simples e de fácil acesso. O cálcio, por exemplo, é comum no leite, iogurte, mas opte pelos menos gordurosos.

Já a vitamina B6 você encontra na carne, banana, batata, grãos integrais, lentilha entre outros.

Todo mês a mesma coisa. E boas partes das mulheres queixam-se de sintomas típicos da tensão pré-menstrual, pode ser dor nas pernas, inchaço, dor de cabeça, dor nos seios, irritação, entre outros.

É importante manter uma boa alimentação durante todo o mês, mas se não for possível, iniciar o consumo de 15 a 10 dias antes da menstruação pode fazer a diferença… Então mês que vem não será assim.

Fonte: Dicas de Saúde

Como diminuir a dor de Cólica – Plano de Saúde Rio October 3, 2011

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Beba uma xícara de chá comum, de camomila ou de menta, quente.
Coloque uma bolsa de água quente ou bolsa térmica sobre o abdome ou sobre as costas.
Tome um banho quente.
Massageie delicadamente o seu abdome.
Faça exercícios leves como: alongamento, yoga, caminhada ou andar de bicicleta. O exercício pode aumentar o fluxo de sangue e reduzir a dor pélvica.
Repouse bastante e evite situações estressantes.
Para controle da natalidade, considere a possibilidade de usar pílula, pois esta bloqueia a produção de prostaglandinas, ou o DIU com progesterona, que diminui a cólica menstrual.
Pergunte ao seu médico sobre a indicação e necessidade de suplementação de vitamina B6.

Fonte: Orientações Médicas

Saúde mental. Doenças mentais afetam adolescentes – Plano de Saúde RJ September 30, 2011

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Para viver com saúde é preciso ter atenção a sintomas que adolescentes e jovens possam apresentar. Ir ao médico psiquiatra não significa que se está louco. Se um adolescente tem dificuldade de aprendizado, de relacionamento ou outro fator que esteja prejudicando seu desempenho é preciso procurar um médico. A saúde mental é muito importante para a saúde geral da pessoa.

Um artigo publicado na revista inglesa The Lancet constatou que doenças neuropsiquiátricas são a principal causa de afastamento do trabalho e do estudo na adolescência. Cerca de 45% dos casos de afastamento na faixa etária de 10 a 25 anos estão associados a problemas psíquicos – especialmente depressão, alcoolismo, esquizofrenia e transtorno bipolar.

Esta é a primeira análise científica que tenta traçar um panorama global de fatores que podem levar à invalidez na juventude. Os autores, da Organização Mundial da Saúde (OMS), utilizaram dados do Global Burden of Disease, levantamento internacional do impacto das doenças na família, na economia e na sociedade. Foi avaliado um índice chamado Daly, que mede o tempo de vida perdido por morte prematura ou doença debilitante.

As três principais causas de afastamento do estudo e do trabalho, na ordem, são: doenças psiquiátricas (45%), acidentes (12%, especialmente no trânsito) e doenças infecciosas ou parasitárias (10%). O estudo também aponta os principais fatores de risco para a saúde durante a adolescência: pela ordem, alcoolismo, sexo inseguro, deficiência de ferro e gravidez.

Fonte: Viver com saúde

Os riscos da gordura abdominal – Plano de Saúde RJ September 28, 2011

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Ficar com a cintura medindo mais de 94 centímetros para os homens ou 80 para as mulheres não é só deselegância é um risco à saúde. A gordura abdominal pode causar diversas doenças. A gordura abdominal se apresenta de dois tipos: gordura visceral e subcutânea. A visceral é a mais prejudicial por ficar escondida entre as vísceras.

Diminuir a gordura abdominal é uma tarefa difícil, mas é preciso que o combate seja diário, para isso existem alguns alimentos que ajudam na redução da gordura abdominal como as frutas cítricas, vegetais crucíferos, amêndoas, cereais integrais, peixes, clara cozida, aveia e cevada.

Se você quer diminuir sua circunferência abdominal siga as 10 dicas de alimentos que devem ser evitados ou consumidos para ter um resultado satisfatório:

1 – Alimentos com gordura trans. Apesar da campanha para que ela desapareça das prateleiras, ainda há alguns produtos que a usam em sua composição. É o tipo de ácido graxo que vai diretamente para a cintura.

2 – Refrigerantes. Um copo contém quatro colheres de sopa de açúcar. Essa quantidade de açúcar não é utilizada pelo organismo e se transforma em gordura e é armazenada.

3 – Bebidas alcoólicas. As piores são as destiladas, que têm uma alta dosagem alcoólica, o que aumenta a glicemia.

4 – Frituras de imersão, como batata frita e bife à milanesa. Esses alimentos ficam com quase o dobro de calorias em relação à versão assada ou cozida.

5 – Pizza. A massa é feita com muita farinha refinada, de digestão rápida, que também provoca elevação acima do normal da glicemia. Além disso, os acompanhamentos são sempre muito calóricos.

6 – Macarrão. Normalmente comemos em quantidade maior do outro carboidrato, o arroz. Não é incomum consumir os dois na mesma refeição, e carboidrato em excesso é sinal de glicemia também exagerada e acúmulo de gordura na cintura.

7 – Doces. Rico em açúcar, que eleva a glicemia, e a energia extra se acumula na cintura, normalmente também vêm acompanhados de gordura.

8- Creme de leite. É rico em gordura saturada, que eleva o colesterol e se acumula na cintura.

9 – Gordura animal. Bacon, carne vermelha, manteiga e queijos amarelos aumentam a adiposidade do corpo.

10 – Leite. Algumas pessoas têm intolerância à lactose, o que pode provocar a formação de gases. Nesse caso, portanto, não é gordura que se acumula na região do abdome.

A gordura abdominal provoca as seguintes doenças:

– Diabetes. As células de gordura fabricam substâncias que desequilibram o organismo e podem produzir glicose em excesso. Os ácidos graxos dificultam a entrada dessa glicose nas células e ela sobra no sangue, caracterizando a diabetes tipo 2.

– Hipertensão. Para fazer com que a glicose entre nas células, o pâncreas aumenta a produção de insulina. Esse trabalho exige contração dos vasos sanguíneos aumentando a pressão.

– Infarto e derrame. O tecido adiposo dessa região contém células que produzem substâncias inflamatórias. Isso provoca o fechamento da passagem do sangue, aumentando os riscos de infarto e também de derrame.

Fonte: Viver com Saúde

Pneumonia: sintomas e tratamento – Plano de Saúde Rio September 26, 2011

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A palavra pneumonia  se refere a vários tipos de inflamação nos pulmões. Embora seja geralmente provocada por uma infecção bacteriana ou viral, ela também pode ser resultante de lesão pulmonar provocada por substâncias químicas, como gases venenosos inalados acidentalmente.

Ela pode variar desde uma complicação de uma infecção no trato respiratório superior até uma doença que implica risco de vida. Os sintomas, o tratamento, o impacto e os prognósticos da pneumonia dependem da causa, da saúde geral do paciente e de outros fatores, tal como a eficácia dos tratamentos medicamentosos.

A pneumonia viral, por exemplo, não responde aos antibióticos. Veja o ícone Sintomas e sinais para obter uma comparação entre causas e sintomas dos tipos mais comuns de pneumonia.

Os diversos tipos de pneumonia deram origem a muitos termos descritivos populares e médicos. O termo pneumonia dupla é usado quando ambos os pulmões são afetados.

Se a pneumonia for provocada por microrganismos semelhantes a bactérias, denominados Mycoplasma, o termo usado será pneumonia atípica.

A broncopneumonia é a inflamação dos alvéolos de um ou de ambos os pulmões; já a pneumonia lobar afeta totalmente um ou mais lobos do pulmão. A inflamação pode ainda abranger o tecido pulmonar entre as paredes dos alvéolos, que é denominada pneumonia intersticial.

Quais são os Sintomas?

Nenhum sintoma é característico de todos os tipos de pneumonia. Entretanto, deve-se considerar a possibilidade de pneumonia se a pessoa já tiver uma doença respiratória, com sintomas como tosse e febre, e se sentir falta de ar, mesmo ao fazer pouca ou nenhuma atividade.

Sintomas adicionais a serem observados, além de tosse e febre, são calafrios, suor, dores no peito, cianose (tonalidade azulada nos lábios e na pele sob as
unhas), resíduos de sangue no muco e, ocasionalmente, confusão mental ou delírio.

Quanto maior a área afetada no pulmão, mais graves serão os sintomas. A rapidez com a qual os sintomas aparecem também varia de acordo com a causa da infecção. Um ataque especialmente intenso do vírus da gripe pode provocar pneumonia capaz de matar uma pessoa debilitada em 24 horas. Já em um adulto jovem sadio, a pneumonia resultante de uma infecção respiratória branda poderá provocar sintomas semelhantes aos de um forte resfriado.

Quais são os Riscos?

A pneumonia é um distúrbio relativamente comum. Geralmente surge como complicação final de alguma outra doença debilitante, e é por isso que muitas pessoas com pneumonia chegam a falecer.

Qualquer pessoa cuja resistência já se encontra baixa é suscetível à doença; portanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, câncer, derrame ou enfisema, a causa real da morte é freqüentemente a pneumonia.

Nos que se encontram semiconscientes e acamados por um determinado período, a infecção pulmonar é uma ocorrência extremamente comum.

Isso se deve ao fato de que, sob tais condições, o reflexo normal de tossir, que ajuda a manter os pulmões livres de muco e fluidos estagnantes, é reduzido ou pode até mesmo desaparecer.

A maior incidência da doença é entre os muito jovens (menos de 2 anos) ou muito velhos (mais de 75 anos), se tiverem uma doença respiratória crônica, como a Asma, ou qualquer outro distúrbio que reduza a resistência do organismo a infecções. As pessoas que fumam ou bebem compulsivamente também costumam ser afetadas com freqüência.

A pneumonia é uma doença comum em quem tem problemas no sistema imunológico.

Por exemplo, pessoas que se submeteram a um transplante de órgão e tomaram drogas imunossupressoras para evitar a rejeição (veja o ícone Medicamentos e tratamentos); as que sofrem de leucemia, doença de Hodgkin ou alguma outra forma de câncer; as que estão sendo tratadas com corticosteróides ou anticancerígenos, pois esses medicamentos suprimem o sistema imunológico; as que têm determinadas doenças crônicas (como a Artrite reumatóide) e estão tomando corticosteróides ou drogas semelhantes; e pessoas infectadas com o HIV (vírus da imunodeficiência humana) ou que têm Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida) e, portanto, um sistema imunológico já debilitado devido à doença.

Em todos esses casos, a pneumonia pode ser causada por microrganismos (como o citomegalovírus ou o Pneumocystis carinii) que geralmente afetam pessoas imunologicamente debilitadas.

Essas infecções “oportunistas” iniciam-se de forma tão lenta e sutil que, a princípio, a pessoa afetada se sente simplesmente apática, sem energia, e pode apresentar uma leve febre e tosse seca. Posteriormente, os sintomas mais comuns da pneumonia aparecem: falta de ar, dor no peito e febre, por exemplo.
O diagnóstico desses tipos menos comuns de pneumonia depende de exames laboratoriais, como (para a pneumonia Pneumocystis carinii) uma biópsia transbronquial, na qual uma amostra de tecido pulmonar é retirada através de um broncoscópio (tubo para visualização). Porém, a biópsia deixou de ser sempre necessária para esse diagnóstico, pois as técnicas de detecção do microrganismo no escarro tornaram-se extremamente precisas.

Como a pneumonia varia muito, não se pode fazer generalizações sobre as suas conseqüências. Em pessoas idosas, fracas ou debilitadas, a doença pode levar à morte.

Qualquer tipo de pneumonia pode desencadear pleurisia ou Empiema. Mas, em adultos saudáveis, a gripe e as pneumonias virais podem também, em casos raros, ser fatais.

A pneumonia bacteriana pode ser virulenta, mas, ao menos, é um tipo de pneumonia que pode ser tratado com antibióticos. Com a idade mais avançada ou com doenças crônicas, as chances de sobreviver, até mesmo a um caso brando de pneumonia, tornam-se mais reduzidas.

Portanto, é importante que pessoas idosas ou que sofram de uma doença crônica procurem tratamento imediato para doenças respiratórias.

O que Deve ser Feito?

Mesmo que a pessoa apresente alguns dos sintomas normalmente associados à pneumonia, ela não deve supor que tem a doença. Em vez disso, deve pensar apenas que está com um resfriado ou outra infecção do trato respiratório e tratar-se da forma apropriada.

No entanto, um médico deve ser consultado imediatamente se a pessoa passar a sentir falta de ar, dor no peito ao respirar ou, ainda, se tiver tosse com produção de muco com sangue.

Além de examinar o peito com um estetoscópio, o médico dá algumas batidas leves na mesma região do corpo (percussão), pergunta se a pessoa fuma e como foram os primeiros sintomas. Com base nesse exame, é possível que o médico consiga fazer um diagnóstico preciso de pneumonia, determinando até mesmo o seu tipo.

Entretanto, podem ser necessários outros testes, como raios X do tórax e exames de sangue e de escarro.

Qual é o Tratamento?

Auto-ajuda: diante de sintomas de pneumonia, deve-se sempre procurar ajuda médica sem demora.

Ajuda Profissional: o melhor tratamento poderá ser, simplesmente, manter-se aquecido, beber muito líquido e tomar xaropes para a tosse e antibióticos.

Entretanto, supervisão e observação médicas são desejáveis durante os estágios iniciais da pneumonia, especialmente se houver dúvidas quanto à causa precisa e a extensão da inflamação.

Se o médico suspeitar de algum tipo de pneumonia que pode tornar-se muito grave em poucas horas, ele poderá recomendar a hospitalização.

Os antibióticos podem ser administrados por via oral ou intravenosa. Há uma grande variedade de antibióticos e o médico selecionará um deles com base na provável causa da doença.

Os exames laboratoriais de sangue e escarro indicarão o microrganismo causador da infecção. O médico também precisará saber se a pessoa é alérgica a algum tipo de antibiótico. Analgésicos como a aspirina ajudam a aliviar a dor no peito.

Se a pessoa sentir muita falta de ar e a pele tornar-se azulada, provavelmente ela precisará de oxigênio, que é aplicado através de uma máscara ou de um tubo inserido no nariz.

Se os problemas pulmonares persistirem mesmo após todas as tentativas de tratamento, o médico poderá recomendar uma broncoscopia para excluir outras causas, como o câncer de pulmão ou a inalação de um corpo estranho, ou para obter amostras de secreções para uma pesquisa laboratorial adicional.

Uma pessoa jovem e saudável normalmente se recupera completamente dentro de duas a três semanas.

Mesmo nos casos de pneumonia viral, as chances de complicações graves são mínimas, pois os antibióticos podem evitar infecções bacterianas secundárias.

Após o término da infecção e a recuperação, a pessoa poderá continuar a sentir-se cansada e apresentar uma tosse persistente por um longo período.

É possível que um fumante compulsivo, ou alguém cronicamente doente, leve meses para recuperar-se de uma pneumonia.

Fonte: Clique Saúde

Tudo o que você precisa saber sobre o colesterol – Plano de Saúde RJ September 23, 2011

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Temido por muita gente e sempre associado a enfartes, o colesterol também é uma substância necessária ao nosso organismo. É que ele ajuda na síntese de estrogênio, androgênio e progesterona (hormônios responsáveis pelas características sexuais), vitamina D, ácido biliar, etc.

Então, como não podemos brincar com a saúde, seguem algumas questões que você tem que saber!

O que é o colesterol?
Quimicamente, o colesterol é um álcool, mas ele só consegue circular pelo corpo grudado em moléculas chamadas lipoproteínas, que podem ser de dois tipos: LDL, o famoso mau colesterol, que tem baixos níveis proteicos, e o HDL, com grande quantidade de proteína, é conhecido como bom colesterol por ser responsável por eliminar o excesso de LDL do sangue. Os alimentos ricos em gordura saturada (carne vermelha, queijos amarelos, ovos, doces e frituras) são os maiores responsáveis por altos índices de colesterol.

Por que provoca doenças?
Quando há muito colesterol no sangue, ele se acumula nas paredes das artérias, o que faz com que elas fiquem estreitas e o fluxo sanguíneo para o coração seja bloqueado ou reduzido. O sangue é responsável por carregar oxigênio para o coração e, se uma quantidade suficiente não consegue chegar lá, você pode ter dores no peito. Se o suprimento de sangue para uma parte do coração for totalmente bloqueado, a consequência é um enfarte.

Colesterol alto provoca sintomas?
O colesterol alto por si só não acarreta nenhum sintoma. Por isso, muitas pessoas nem imaginam que estão com esse problema. Portanto, é preciso descobrir qual o nível do seu colesterol consultando um médico e fazendo exames de sangue periódicos. Se estiver alto, baixá-lo é essencial, pois reduzirá o risco de desenvolver uma doença do coração. O índice ideal de colesterol total é de até 200 mg/dl, sendo que o LDL precisa ser menor do que 160 e o HDL acima de 40 para homens e 50 para as mulheres. Esse valor é padrão para adultos saudáveis e, se você tem diabetes ou possui mais de dois fatores de risco (fumante, hipertenso, obeso ou tem histórico familiar), só o médico poderá lhe dizer qual é o seu índice ideal. Qual é o tratamento?
O principal objetivo é baixar o nível de LDL e elevar o HDL. Para diminuir o colesterol, o mais importante é ter uma dieta saudavel, praticar atividade física regularmente e manter o peso ideal. Algumas pessoas podem também precisar de medicação. Nesse caso, as estatinas ainda são a melhor pedida. Elas bloqueiam a síntese de colesterol no fígado e, com isso, disparam a demanda dessa substância. O resultado é um aumento dos receptores de LDL, que acabam tirando o colesterol ruim de circulação. Mas esse é só um exemplo de medicação, existem outros tipos que somente o seu médico saberá indicar, ok?

Tem como prevenir?
Claro que sim. Essa é a melhor forma de manter longe esse inimigo das artérias. Pra isso, é preciso:

– Ter uma vida mais ativa, principalmente fazendo exercícios aeróbicos. Procure seu médico e em seguida um professor de educação física.

– Não fumar. Tente parar logo se for o seu caso, pois o cigarro lesa as paredes dos vasos.

– Manter o peso dentro da faixa ideal. Fazer avaliações físicas é uma ótima pedida.

– Dar preferência às margarinas com fitosterol, que reduzem pra valer a absorção do colesterol ruim.

– Reduzir o consumo de carne vermelha. Que tal substituí-la por peito de frango ou peixe?

– Preferir os queijos brancos em vez dos amarelos.

Alguns alimentos são, comprovadamente, benéficos para ajudar no equilíbrio dos índices do colesterol. Confira a seguir:

Aveia: pelo fato de conter fibras solúveis, ela ajuda a tirar o colesterol de circulação, eliminando-o pelas fezes.

Soja: a proteína dela faz os receptores do fígado atraírem a gordura e as isoflavonas combatem a formação da placa. Os fitosteróis competem com o colesterol, diminuindo sua absorção.

Antioxidantes: encontrados nas frutas e verduras ricas em vitaminas C, E e betacaroteno (como laranja, manga, mamão, beterraba, etc), eles impedem a oxidação do LDL.

Gorduras do bem: conhecidas como mono e poli-insaturadas. As mono reduzem o colesterol total sem alterar o HDL e são encontradas em oleaginosas, azeitona e abacate. As poli diminuem a produção do colesterol e estão presentes em nos óleos vegetais.

Quando o assunto é o colesterol, o que vale é ter atenção desde sempre. Muitas pessoas só se ligam nisso depois dos 40 anos, quando já pode ser tarde. Ter uma rotina saudável, consultar sempre o médico e abandonar o cigarro são essências na luta contra o colesterol, não se esqueça!

Fonte: Clique Saúde

Entenda melhor a Tireóide – Plano de Saúde Rio September 22, 2011

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Certamente você já escutou falar ou sofre de hipo ou hipertireoidismo. Uma das conseqüências desta doença está na variação de peso. Algumas pessoas, dependendo do nível do problema, chegam a ganhar 10% do seu peso. Para que você fique por dentro deste assunto, confira!

O que é – A tireóide é uma glândula que fabrica hormônios (T3, T4 e TSH). Eles são responsáveis por regular o processo de fornecimento de energia para as células do corpo e sem eles o organismo não sobrevive.

A questão do peso – A tireóide estimula o metabolismo e, conseqüentemente, o gasto energético. Assim, quando está funcionando menos, o gasto calórico é menor e vice-versa.

Os tipos – Existem dois tipos de disfunção:

Hipotireoidismo, quando a glândula funciona menos que o necessário. Neste caso, a alteração de humor, o aumento do cansaço, distúrbios de sono, queda de cabelo, esquecimento, intestino preso, inchaço e diminuição da libido são comuns. O ciclo menstrual também pode ser alterado e a doença pode acarretar outros problemas, como a anemia. O tratamento é feito através da reposição hormonal.

Hipertireoidismo, quando a glândula trabalha mais do que deveria. Os sintomas são inversos: Agitação, irritabilidade, aumento da freqüência de evacuação, taquicardia e tremor das mãos. A longo prazo, pode causar arritmias cardíacas, diminuição da massa magra (músculos) e da massa óssea. O tratamento vai depender da intensidade da doença, podendo ser através de medicamentos, iodo radioativo e até cirurgias.

Fonte: Clique Saúde