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Obesidade infantil – Plano de Saúde RJ October 6, 2011

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Não é nenhuma novidade para ninguém falar que gordura em excesso no organismo provoca diversos problemas de saúde. O preocupante é que a obesidade atinge cada vez mais crianças e jovens.

De acordo com um levantamento feito atualmente pelo IBGE, 18% dos meninos e 15,4% das meninas entre 10 e 19 anos estão com sobrepeso. Esse índice na pesquisa realizada em 1974/75 era de 3,9% para os adolescentes do sexo masculinos e 7,5% para as garotas.

Alguns pais não estão passando bons hábitos alimentares para seus filhos, pois a família não senta mais a mesa. As refeições são substituídas por lanches e outros tipos de alimentos industrializados. Esses produtos não têm todos os nutrientes e em compensação são altamente calóricos. Algumas mães acreditam que se derem um pacote de salgadinho e refrigerante estão alimentando o seu filho mais que se oferecessem um prato de arroz e feijão com um suco natural.

Faça substituições: no lugar do refrigerante normal, ofereça a seu filho um suco de frutas. A criança é fruto do meio em que vive. Ela come o que o adulto oferece. Por isso, toda a família tem que seguir uma alimentação saudável. As crianças possuem um metabolismo mais acelerado, por isso é mais fácil obter resultado com as dietas. Mas, não adianta preparar aquela comidinha de dieta somente para a criança, toda a família deve sofrer uma reeducação alimentar. Dessa forma, todos, e não apenas seu filho, serão beneficiados com uma alimentação saudável. Vários pais ficam satisfeitos porque perdem peso junto com seus filhos. Mas existe ainda um grande problema: os alimentos oferecidos nas cantinas escolares. A escola deveria oferecer educação em todos os níveis, inclusive relacionada à alimentação.

Não há como garantir que o aluno irá seguir uma alimentação saudável em casa, mas pelo menos na escola ele seguirá.

Fonte: Dicas de Saúde
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Emagrecer com responsabilidade – Plano de Saúde Rio October 5, 2011

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Não existem fórmulas mágicas durante o processo de emagrecimento; essa fase deve ser leve, prazerosa e reveladora. O primeiro passo a ser dado é desenvolver o querer e, para que esse querer esteja repleto de comprometimento com a causa, com a saúde, devemos nos livrar de tudo aquilo que nos aborrecer, dos lixos internos que acumulamos e que nos fazem ficar “pesados”. “Engolir sapo” é altamente calórico.

O segundo passo é resgatar os prazeres da vida, entendendo que a comida não é e não precisa ser a única fonte de delícias. O nascer do sol pode ser saboroso, caminhar ou estar com os amigos pode ser confortante, muito mais que um bombom Trocar afetos por bolos e tortas é uma troca injusta e ineficiente. Por um instante, o alimento preenche o vazio interno, satisfaz momentaneamente determinada carência, tudo bem! Mas fazer isso é o mesmo que abastecer um carro a álcool com gasolina. Ele pode até andar, mas vai engasgar até estragar o motor. Nesse momento, o terceiro passo se apresenta, às vezes com cara de “bandido”, revelando tudo aquilo que por tempos foi ocultado atrás da gordura. Medos inseguranças, incertezas, frustrações, sentimentos escondidos e soterrados por balas, barras de chocolates e sanduíches.
Remover os entulhos encará-los, talvez seja complicado, mas não deixa de oferecer o enorme prazer de encontrar, entre incertezas, inseguranças e quilos em excesso um ser poderoso e forte, que vale mais do que pesa. Encontrar novos caminhos para o dia-a-dia, um estilo de vida mais saudávele pleno guarda um inesquecível sabor de vitória. Essas revelações trazem a leveza para a alma e para o coração. Esteja certo disso e, a partir desse instante, tudo ficará mais fácil.

Definição de metas na dieta, assumir com convicção o tratamento, seja ela qual for, até encontrar o ponto de equilíbrio físico, mental e emocional. Emagrecer é um ato de amor-próprio, de busca pela auto-estima e de todos os prazeres da vida: social, profissional, familiar, sexual. Emagrecer com responsabilidade é resgatar sua identidade. Por isso, ao tomar a decisão, procure se alimentar de forma adequada, em busca de sua felicidade e não para atingir padrões estéticos preestabelecidos pela nossa sociedade. Ao emagrecer feliz, perceberá que a conquista dessa leveza, do corpo e da alma, será uma conquista eterna.

Diga Não a TPM! – Plano Shop RJ October 4, 2011

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Para começar você deve prestar atenção na sua alimentação, pois ela ajuda muito a combater sintomas da TPM. Quase todos os sintomas da TPM têm alguma relação com a alimentação, que podem estar sendo consumidos em excesso ou escassez. Para isso é preciso alguns ajustes para que os benefícios apareçam, priorizando a ingestão de alguns e evitando a de outros.

O nervosismo, irritabilidade, depressão e crises de choro comuns nesse período são causados pelas baixas de cálcio e vitamina B6 no organismo, dias antes da menstruação.

Você não precisa gastar fortunas com medicamentos, o melhor mesmo é optar por alimentos simples e de fácil acesso. O cálcio, por exemplo, é comum no leite, iogurte, mas opte pelos menos gordurosos.

Já a vitamina B6 você encontra na carne, banana, batata, grãos integrais, lentilha entre outros.

Todo mês a mesma coisa. E boas partes das mulheres queixam-se de sintomas típicos da tensão pré-menstrual, pode ser dor nas pernas, inchaço, dor de cabeça, dor nos seios, irritação, entre outros.

É importante manter uma boa alimentação durante todo o mês, mas se não for possível, iniciar o consumo de 15 a 10 dias antes da menstruação pode fazer a diferença… Então mês que vem não será assim.

Fonte: Dicas de Saúde

Como diminuir a dor de Cólica – Plano de Saúde Rio October 3, 2011

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Beba uma xícara de chá comum, de camomila ou de menta, quente.
Coloque uma bolsa de água quente ou bolsa térmica sobre o abdome ou sobre as costas.
Tome um banho quente.
Massageie delicadamente o seu abdome.
Faça exercícios leves como: alongamento, yoga, caminhada ou andar de bicicleta. O exercício pode aumentar o fluxo de sangue e reduzir a dor pélvica.
Repouse bastante e evite situações estressantes.
Para controle da natalidade, considere a possibilidade de usar pílula, pois esta bloqueia a produção de prostaglandinas, ou o DIU com progesterona, que diminui a cólica menstrual.
Pergunte ao seu médico sobre a indicação e necessidade de suplementação de vitamina B6.

Fonte: Orientações Médicas

Saúde mental. Doenças mentais afetam adolescentes – Plano de Saúde RJ September 30, 2011

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Para viver com saúde é preciso ter atenção a sintomas que adolescentes e jovens possam apresentar. Ir ao médico psiquiatra não significa que se está louco. Se um adolescente tem dificuldade de aprendizado, de relacionamento ou outro fator que esteja prejudicando seu desempenho é preciso procurar um médico. A saúde mental é muito importante para a saúde geral da pessoa.

Um artigo publicado na revista inglesa The Lancet constatou que doenças neuropsiquiátricas são a principal causa de afastamento do trabalho e do estudo na adolescência. Cerca de 45% dos casos de afastamento na faixa etária de 10 a 25 anos estão associados a problemas psíquicos – especialmente depressão, alcoolismo, esquizofrenia e transtorno bipolar.

Esta é a primeira análise científica que tenta traçar um panorama global de fatores que podem levar à invalidez na juventude. Os autores, da Organização Mundial da Saúde (OMS), utilizaram dados do Global Burden of Disease, levantamento internacional do impacto das doenças na família, na economia e na sociedade. Foi avaliado um índice chamado Daly, que mede o tempo de vida perdido por morte prematura ou doença debilitante.

As três principais causas de afastamento do estudo e do trabalho, na ordem, são: doenças psiquiátricas (45%), acidentes (12%, especialmente no trânsito) e doenças infecciosas ou parasitárias (10%). O estudo também aponta os principais fatores de risco para a saúde durante a adolescência: pela ordem, alcoolismo, sexo inseguro, deficiência de ferro e gravidez.

Fonte: Viver com saúde

Os riscos da gordura abdominal – Plano de Saúde RJ September 28, 2011

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Ficar com a cintura medindo mais de 94 centímetros para os homens ou 80 para as mulheres não é só deselegância é um risco à saúde. A gordura abdominal pode causar diversas doenças. A gordura abdominal se apresenta de dois tipos: gordura visceral e subcutânea. A visceral é a mais prejudicial por ficar escondida entre as vísceras.

Diminuir a gordura abdominal é uma tarefa difícil, mas é preciso que o combate seja diário, para isso existem alguns alimentos que ajudam na redução da gordura abdominal como as frutas cítricas, vegetais crucíferos, amêndoas, cereais integrais, peixes, clara cozida, aveia e cevada.

Se você quer diminuir sua circunferência abdominal siga as 10 dicas de alimentos que devem ser evitados ou consumidos para ter um resultado satisfatório:

1 – Alimentos com gordura trans. Apesar da campanha para que ela desapareça das prateleiras, ainda há alguns produtos que a usam em sua composição. É o tipo de ácido graxo que vai diretamente para a cintura.

2 – Refrigerantes. Um copo contém quatro colheres de sopa de açúcar. Essa quantidade de açúcar não é utilizada pelo organismo e se transforma em gordura e é armazenada.

3 – Bebidas alcoólicas. As piores são as destiladas, que têm uma alta dosagem alcoólica, o que aumenta a glicemia.

4 – Frituras de imersão, como batata frita e bife à milanesa. Esses alimentos ficam com quase o dobro de calorias em relação à versão assada ou cozida.

5 – Pizza. A massa é feita com muita farinha refinada, de digestão rápida, que também provoca elevação acima do normal da glicemia. Além disso, os acompanhamentos são sempre muito calóricos.

6 – Macarrão. Normalmente comemos em quantidade maior do outro carboidrato, o arroz. Não é incomum consumir os dois na mesma refeição, e carboidrato em excesso é sinal de glicemia também exagerada e acúmulo de gordura na cintura.

7 – Doces. Rico em açúcar, que eleva a glicemia, e a energia extra se acumula na cintura, normalmente também vêm acompanhados de gordura.

8- Creme de leite. É rico em gordura saturada, que eleva o colesterol e se acumula na cintura.

9 – Gordura animal. Bacon, carne vermelha, manteiga e queijos amarelos aumentam a adiposidade do corpo.

10 – Leite. Algumas pessoas têm intolerância à lactose, o que pode provocar a formação de gases. Nesse caso, portanto, não é gordura que se acumula na região do abdome.

A gordura abdominal provoca as seguintes doenças:

– Diabetes. As células de gordura fabricam substâncias que desequilibram o organismo e podem produzir glicose em excesso. Os ácidos graxos dificultam a entrada dessa glicose nas células e ela sobra no sangue, caracterizando a diabetes tipo 2.

– Hipertensão. Para fazer com que a glicose entre nas células, o pâncreas aumenta a produção de insulina. Esse trabalho exige contração dos vasos sanguíneos aumentando a pressão.

– Infarto e derrame. O tecido adiposo dessa região contém células que produzem substâncias inflamatórias. Isso provoca o fechamento da passagem do sangue, aumentando os riscos de infarto e também de derrame.

Fonte: Viver com Saúde

Emagrecer Rápido Prejudica a Saúde do Coração – RJ September 27, 2011

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Enquanto a obesidade é um fator de risco, perda de peso rápida não é adequada. Segundo a Fundação do Coração espanhol (ESF) deve-se tomar cuidado com as dietas que prometem perder peso inferior a 1 quilo por semana e que esta diminuição afeta a saúde do coração e aumenta a probabilidade de doenças cardíacas.

Hoje em dia, especialmente durante o verão, há uma grande oferta de dietas ricas em proteínas que causam efeitos rápidos e prejudiciais para a saúde. Portanto, o FEC observou que as dietas promovem a perda de mais de 1 quilo por semana, podem afetar negativamente a saúde do coração.
Dietas ricas em proteínas podem causar a perda, a desidratação de potássio e de sódio (mineral essencial para o sistema cardiovascular), elevar os níveis de colesterol e, portanto, causar doenças cardíacas.

Além disso, a perda de peso ocorre em detrimento da massa muscular, que por sua vez pode ter efeitos deletérios no músculo cardíaco.
Portanto, é importante estar atento e fazer uma dieta, não apenas por uma questão de estética, mas também uma questão de saúde.
É importante a realização de uma dieta equilibrada e saudável, que é distribuída em 5 ou 6 refeições que contenham alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6 e alimentos ricos em fibras.

Por outro lado, é aconselhável comer alimentos de baixo teor de gordura ou sem gordura, como laticínios, carne vermelha sem gordura de frango sem pele visível ou peru.
Além destes alimentos sugeridos para perder peso sem prejudicar o coração, é importante saber quais alimentos não devem ser consumidos, entre os quais estão biscoitos, salgadinhos, bolos, doces, açúcar, frituras,bebidas manteiga, margarina, rica em sódio alimentos e bebidas alcoólicas (exceto vinho).
Perda de peso pode ser uma ação saudável ou prejudicial para o organismo, especialmente o coração. Depende apenas de nós tomarmos o caminho certo, ir ao médico e programar uma dieta lenta mas seguramente, sem arriscar a saúde do coração.

Fonte: Saúde Dicas

Tudo o que você precisa saber sobre o colesterol – Plano de Saúde RJ September 23, 2011

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Temido por muita gente e sempre associado a enfartes, o colesterol também é uma substância necessária ao nosso organismo. É que ele ajuda na síntese de estrogênio, androgênio e progesterona (hormônios responsáveis pelas características sexuais), vitamina D, ácido biliar, etc.

Então, como não podemos brincar com a saúde, seguem algumas questões que você tem que saber!

O que é o colesterol?
Quimicamente, o colesterol é um álcool, mas ele só consegue circular pelo corpo grudado em moléculas chamadas lipoproteínas, que podem ser de dois tipos: LDL, o famoso mau colesterol, que tem baixos níveis proteicos, e o HDL, com grande quantidade de proteína, é conhecido como bom colesterol por ser responsável por eliminar o excesso de LDL do sangue. Os alimentos ricos em gordura saturada (carne vermelha, queijos amarelos, ovos, doces e frituras) são os maiores responsáveis por altos índices de colesterol.

Por que provoca doenças?
Quando há muito colesterol no sangue, ele se acumula nas paredes das artérias, o que faz com que elas fiquem estreitas e o fluxo sanguíneo para o coração seja bloqueado ou reduzido. O sangue é responsável por carregar oxigênio para o coração e, se uma quantidade suficiente não consegue chegar lá, você pode ter dores no peito. Se o suprimento de sangue para uma parte do coração for totalmente bloqueado, a consequência é um enfarte.

Colesterol alto provoca sintomas?
O colesterol alto por si só não acarreta nenhum sintoma. Por isso, muitas pessoas nem imaginam que estão com esse problema. Portanto, é preciso descobrir qual o nível do seu colesterol consultando um médico e fazendo exames de sangue periódicos. Se estiver alto, baixá-lo é essencial, pois reduzirá o risco de desenvolver uma doença do coração. O índice ideal de colesterol total é de até 200 mg/dl, sendo que o LDL precisa ser menor do que 160 e o HDL acima de 40 para homens e 50 para as mulheres. Esse valor é padrão para adultos saudáveis e, se você tem diabetes ou possui mais de dois fatores de risco (fumante, hipertenso, obeso ou tem histórico familiar), só o médico poderá lhe dizer qual é o seu índice ideal. Qual é o tratamento?
O principal objetivo é baixar o nível de LDL e elevar o HDL. Para diminuir o colesterol, o mais importante é ter uma dieta saudavel, praticar atividade física regularmente e manter o peso ideal. Algumas pessoas podem também precisar de medicação. Nesse caso, as estatinas ainda são a melhor pedida. Elas bloqueiam a síntese de colesterol no fígado e, com isso, disparam a demanda dessa substância. O resultado é um aumento dos receptores de LDL, que acabam tirando o colesterol ruim de circulação. Mas esse é só um exemplo de medicação, existem outros tipos que somente o seu médico saberá indicar, ok?

Tem como prevenir?
Claro que sim. Essa é a melhor forma de manter longe esse inimigo das artérias. Pra isso, é preciso:

– Ter uma vida mais ativa, principalmente fazendo exercícios aeróbicos. Procure seu médico e em seguida um professor de educação física.

– Não fumar. Tente parar logo se for o seu caso, pois o cigarro lesa as paredes dos vasos.

– Manter o peso dentro da faixa ideal. Fazer avaliações físicas é uma ótima pedida.

– Dar preferência às margarinas com fitosterol, que reduzem pra valer a absorção do colesterol ruim.

– Reduzir o consumo de carne vermelha. Que tal substituí-la por peito de frango ou peixe?

– Preferir os queijos brancos em vez dos amarelos.

Alguns alimentos são, comprovadamente, benéficos para ajudar no equilíbrio dos índices do colesterol. Confira a seguir:

Aveia: pelo fato de conter fibras solúveis, ela ajuda a tirar o colesterol de circulação, eliminando-o pelas fezes.

Soja: a proteína dela faz os receptores do fígado atraírem a gordura e as isoflavonas combatem a formação da placa. Os fitosteróis competem com o colesterol, diminuindo sua absorção.

Antioxidantes: encontrados nas frutas e verduras ricas em vitaminas C, E e betacaroteno (como laranja, manga, mamão, beterraba, etc), eles impedem a oxidação do LDL.

Gorduras do bem: conhecidas como mono e poli-insaturadas. As mono reduzem o colesterol total sem alterar o HDL e são encontradas em oleaginosas, azeitona e abacate. As poli diminuem a produção do colesterol e estão presentes em nos óleos vegetais.

Quando o assunto é o colesterol, o que vale é ter atenção desde sempre. Muitas pessoas só se ligam nisso depois dos 40 anos, quando já pode ser tarde. Ter uma rotina saudável, consultar sempre o médico e abandonar o cigarro são essências na luta contra o colesterol, não se esqueça!

Fonte: Clique Saúde

Hipertensão – Plano de Saúde Rio September 21, 2011

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O que é ?

A hipertensão arterial é uma doença crônica degenerativa mais comum em nosso meio e a uma maior chance de desenvolver complicações, tais como acidente vascular cerebral (derrame), infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca.

Existem dois tipos de hipertensão arterial (HA): hipertensão primária e secundária. A HA primária caracteriza por não haver uma causa conhecida , enquanto a HA secundária, onde é possível identificar-se uma causa para a hipertensão, como por exemplo problemas renais , problemas na artéria aorta, tumores (feocromocitoma) e algumas doenças endocrinológicas.

Todas as pessoas, mesmo que não sintam nada, devem verificar a pressão com seu médico pelo menos uma vez por ano.

Causas

É um problema que afeta homens e mulheres. Sabe-se que, além da herança familiar, hábitos como comer muito sal, viver com estresse, estar com peso acima do ideal, não fazer exercícios e tomar bebidas alcoólicas em excesso, também ajudam a pressão a subir. Assim, evitando-se estes fatores pode-se evitar a hipertensão, mesmo quando existir a tendência hereditária.

Como já colocado, para a maioria dos casos de hipertensão não é possível identificar a causa. Uma boa orientação é conscientizar o paciente hipertenso de que não há cura, mas sim um controle adequado de sua pressão arterial. A exceção a esta regra seriam aqueles casos de hipertensão secundária, onde é possível identificar-se a causa, na maioria das vezes passível de tratamento, em tese, possível a cura.

Existem alguns fatores que definidamente interferem aumentando os níveis tensionais, por exemplo, o hábito de fumar, o uso de bebidas alcoólicas, a obesidade, o ‘stress’ e a ingestão excessiva de sal. O controle destes fatores é de extrema importância para pressão arterial e devem ser valorizados

Descrição

O coração bombeia o sangue através de canais chamados artérias e arteríolas. Estes tubos levam o sangue para todas as partes do corpo. Quando o sangue é bombeado através das artérias, ele é empurrado contra suas paredes; esta pressão do fluxo sangüíneo é chamada pressão sangüínea arterial ou simplesmente pressão arterial.

A pressão arterial varia em diferentes horas do dia e durante as diferentes atividades. A tendência é que ela diminua durante o sono e aumente quando o indivíduo estiver nervoso, aborrecido ou quando estiver fazendo exercícios. A pressão deve ser medida enquanto a pessoa estiver sentada ou deitada.

Se a largura interna das artérias diminuir, haverá maior dificuldade para o sangue passar, e o coração terá que trabalhar mais para bombear o sangue. Assim, com o tempo, o coração vai sendo prejudicado.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através da medida da pressão arterial, com a ajuda de um esfigmomanômetro. Existem alguns fatores que alteram a pressão arterial, portanto uma medida isolada da pressão arterial não é suficiente para tal diagnóstico, sendo necessário, quando da suspeita de HA, várias medidas em momentos diferentes do dia. Hoje já existe disponível um sistema de monitorização ambulatorial da pressão arterial, o MAPA, que torna mais fácil e certo o diagnóstico da HA, no qual alguns pacientes são submetidos durante 24 horas à medida sistemática de sua pressão arterial, durante as várias atividades de seu dia, quando houver a necessidade de indicação médica precisa.

Em termos de valores de pressão arterial, considera-se como normais os valores até 140 para a pressão arterial sistólica ( ou “máxima”) de até 90 para a pressão diastólica (“ou mínima”). A partir destes valores até 159/94 classificam-se como hipertensão limítrofe, e como hipertensão definida os níveis pressóricos superiores ou iguais a 160/95. Apesar destes critérios, sabe-se que quanto maior a pressão arterial (sistólica ou diastólica) maior será a mortalidade e as complicações associadas.

Sintomas

O risco de derrame cerebral, problemas renais e insuficiência cardíaca congestiva aumenta, podendo inclusive afetar a irrigação sangüínea dos olhos (retina). Se comparadas às pessoas com pressão normal, as pessoas com hipertensão não controlada correm o triplo de risco de desenvolver ataque cardíaco congestivo e sete vezes de ter um derrame cerebral.

Ter pressão alta, não é igual a ter ‘problema de coração’, mas pode ser o primeiro passo. O indivíduo hipertenso tem de três a cinco vezes mais chances de apresentar um acidente vascular cerebral ( derrame ), duas a três vezes mais chance de desenvolver cardiopatia isquêmica (doença das artérias coronárias como angina ou infarto), três vezes mais chance de desenvolver claudicação intermitente ( dor em membros inferiores ao caminhar, secundária a obstrução de alguma artéria), e quatro vezes mais chance de desenvolver insuficiência cardíaca ( falha do coração como bomba, levando a falta de ar ) do que o indivíduo normotenso. Portanto, com um bom controle da pressão arterial é possível a prevenção de muitas doenças do sistema cardiovascular.

A hipertensão arterial ou pressão alta é um fator de risco muito traiçoeiro. Ela ataca devagarinho, sem sintomas, você só nota as conseqüências.

O coração fica sobrecarregado, passando a trabalhar mais até perder sua capacidade de contração. A pressão sobre as artérias provoca dificuldades para a circulação do sangue.

Associada a outros Fatores de isco, seus perigos são ainda maiores.

Uma pressão mais alta que 14 por 9 duas vezes em dias diferentes evidencia a hipertensão

Lembre-se, a orientação médica pode salvar a sua vida!

Tratamento

O tratamento pode ser medicamentoso e não- medicamentoso. Qualquer que seja a opção, é muito importante obter-se a adesão continuada do paciente às medidas recomendadas.

ecomendações não farmacológicas úteis no tratamento da hipertensão arterial:

Tratar a obesidade como principal objetivo;
eduzir a ingestão de sal para no máximo 5 g por dia;
Aumentar a ingestão de frutas e verduras, para obter maior ingestão de potássio;
Limitar a ingestão de álcool a menos de 40mg por dia ( i.e. 1 cerveja ou 1/2 garrafa vinho ou 1 dose de destilado );
ealizar exercícios físicos regularmente;
eduzir a ingestão de gorduras saturadas e carboidratos refinados;
Parar de fumar.

Do ponto de vista medicamentoso, existe uma gama de medicações eficazes no controle da hipertensão, cabendo ao seu médico a escolha de uma ou mais drogas, de acordo com a gravidade e com as patologias associadas . É fundamental que o tratamento medicamentoso seja feito sob orientação médica.

Alimentos a serem evitados: Enlatados, presunto, mortadela, salsicha, lingüiça, carne de sol, chocolate, maionese, frituras, alimentos muito salgados e refrigerantes normais ou diet.

Exercícios físicos

Uma forma agradável de se cuidar. Atividade física fortalece o seu organismo e relaxa, pois faz com que você se distraia. Além disso, ajuda a reduzir o triglicérides, o colesterol, combater o diabetes e a obesidade. Praticando exercícios regularmente (no mínimo 3 vezes por semana) você diminui bastante os riscos de pressão alta. Algumas pessoas até deixam de ser hipertensas apenas com práticas de exercícios.

Obs: Se você for caminhar… Comece com caminhadas de 15 a 30 minutos diários de uma vez ou dividido em 3 vezes de 10 minutos ao dia.

Quem tem maiores chances de ter hipertensão?

A pressão alta ou hipertensão pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum nos adultos e nos idosos. Além disso:

É mais freqüente na raça negra
Aumenta com a idade
É mais comum em homens com até 50 anos
Em mulheres após os 50 anos
Ocorre mais em diabéticos
Principalmente em pessoas que já tiveram casos na família

Fonte: Clique Saúde

Bulimia – Plano de Saúde September 19, 2011

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O que é a bulimia?

É o transtorno alimentar caracterizado por episódios recorrentes de “orgias alimentares”, no qual o paciente come num curto espaço de tempo grande quantidade de alimento como se estivesse com muita fome. O paciente perde o controle sobre si mesmo e depois tenta vomitar e/ou evacuar o que comeu, através de artifícios como medicações, com a finalidade de não ganhar peso.

Generalidades

Existe uma tendência popular em achar que a bulimia é o contrário da anorexia. A rigor o contrário da anorexia seria o paciente achar que está muito magro e precisa engordar, vai ganhando peso, tornando-se obeso e continua a julgar-se magro e continua comendo. Isso seria o oposto da anorexia, mas tal quadro psiquiátrico não existe. Na bulimia o paciente não quer engordar, mas não consegue conter o impulso para comer por mais do que alguns dias. O paciente com bulimia tipicamente não é obeso porque usa recursos extremos para eliminar o excesso ingerido. Enquanto a comunidade psiquiátrica mundial não reconhecer o binge como uma patologia à parte seremos obrigados a admitir que há 2 tipos de pacientes com bulimia: os que tentam eliminar o excesso ingerido por vômitos ou laxantes e os pacientes bulímicos que não fazem isso e acabam engordando, esse segundo tipo pode vir a constituir num outro transtorno alimentar, o Binge. Os pacientes com bulimia geralmente apresentam 2 a 3 episódios por semana, o que não significa que no resto do tempo esteja bem. Na verdade esses episódios só não são diários ou mesmo mais de uma vez ao dia porque o paciente está constantemente lutando contra eles. Esses pacientes pensam em comer o tempo todo. A média de fracassos na tentativa de conter o impulso são duas vezes por semana.

Como é o bulímico?

Basicamente é um paciente com vergonha de seu problema, com sentimento de inferioridade e auto-estima baixa. O paciente reconhece o absurdo de seu comportamento, mas por não conseguir controlá-lo sente-se inferiorizado, incapaz de conter a si mesmo, por isso vê a si como uma pessoa desprezível. Procura esconder dos outros seus problemas para não o desprezarem também. Quando existe um bom motivo como ganhar muito dinheiro o paciente pode até sujeitar-se a expor seu problema, como vimos no programa Big Brother primeira edição de 2002 na TV Globo. Os pacientes bulímicos geralmente estão dentro do seu peso ou um pouco acima. Tentativas de dieta estão sempre sendo realizadas. Tentativas de adaptar os afazeres e compromissos rotineiros com os episódios de ingestão e auto-indução de vômito tornam seu estilo de vida bizarro, pois os episódios devem ser feitos às escondidas, mesmo das pessoas íntimas. Uma alternativa para a manutenção de seu problema escondido é a opção pelo isolamento e distanciamento social, que por sua vez gera outros problemas. Assim como a anorexia a Bumilia geralmente ocorre no adolescente, predominantemente nas mulheres. Os assuntos das conversas preferidos são relacionados a técnicas de emagrecimento. É comum o comportamento de esconder alimentos para futuros episódios.

É interessante notar que a bulimia não constitui uma completa perda do controle. O paciente consegue planejar seus episódios, esperar para ficar sozinho e guardar alimentos, por exemplo. Essa incapacidade parcial é intrigante para os leigos. Muitas vezes os maridos das pacientes julgam que a paciente faz tudo porque quer e critica a esposa aumentando sua culpa. Essa atitude deve ser evitada, pois além de não ajudar, atrapalha diminuindo ainda mais a auto-estima da paciente que sucumbe aos esforços por tratar-se. A bulimia muitas vezes sucede aos episódios de anorexia.

Tratamento

Os antidepressivos tricíclicos já foram testados e apresentaram respostas parciais, ou seja, os pacientes melhoram, mas não se recuperam completamente. Carbamazepina e lítio também foram testados com uma resposta ainda mais fraca. Os antidepressivos IMAO também apresentam uma melhora similar a dos tricíclicos, porém melhor tolerado pelos pacientes por terem menos efeitos colaterais. Mais recentemente os antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina vêem sendo estudados com boas respostas, mas não muito superiores às dos tricíclicos. Os estimulantes por inibirem o apetite também apresentaram bons resultados, mas há poucos estudos a respeito para se embasar uma conduta terapêutica.
Muitos pacientes só com psicoterapias apresentam remissão completa. Não há uma abordagem especialmente recomendada. Pode-se indicar a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental, terapias de grupo, grupos de auto-ajuda, psicoterapias individuais.

Problemas Clínicos

Os repetidos episódios de auto-indução do vômito geram problemas noutros sistemas do corpo. Ao se vomitar não se perde apenas o que se comeu, mas os sucos digestivos também. Isso pode acarretar desequilíbrio no balanço dos eletrólitos no sangue, afetando o coração, por exemplo, que precisa de um nível adequando dessas substâncias para ter seu sistema de condução elétrica funcionante. As repetidas passagem do conteúdo gástrico (que é muito ácido) pelo esôfago acabam por ferí-lo podendo provocar sangramentos. Casos extremos de rompimento do estômago devido ao excesso ingerido com muita rapidez já foram descritos várias vezes. O intestino grosso pode sofrer conseqüências pelo uso repetido de laxantes como constipação crônica, hemorróidas, mal estar abdominal ou dores.

Fluoxetina no Tratamento da Bulimia

Acompanhamento prolongado da Bulimia Nervosa

Até o momento os estudos sobre o tratamento da bulimia têm se concentrado sobre o acompanhamento de curto prazo, havendo uma lacuna quanto ao acompanhamento prolongado desse transtorno recentemente descrito por ussel em 1979. Justamente por ser novo não se sabe ao certo que percentagens dos pacientes se recuperaram, que permaneceram sintomáticos ou que sofreram continuamente com esse distúrbio.

Método
Neste trabalho foram selecionadas e acompanhadas 222 mulheres com bulimia durante mais de 10 anos. No início do estudo elas apresentavam pelo menos 3 episódios por semana de ingestão exagerada, com vômitos em seguida, durante 6 meses consecutivos. No final do estudo uma paciente havia morrido, 22 não puderam ser localizadas, 22 desistiram de participar do estudo e 177 participaram. Deste total apenas 4 pacientes não preenchiam os critérios para bulimia completamente. Pelas análises estatísticas os resultados obtidos não foram prejudicados pela desistência das pacientes.

esultados
Depois dos 11,5 anos desde o início do acompanhamento, 11% continuavam plenamente sintomáticas, preenchendo os critérios para bulimia nervosa. Uma parcela de 18,5% apresentava distúrbios alimentares não classificados e 0,6% passaram a ter anorexia. O restante, 69,9% estavam completamente recuperadas e assintomáticas.

Conclusão
Estes resultados mostraram que a bulimia em quase um terço das pacientes pode se prolongar muito, comprometendo a qualidade de vida das pacientes. O estudo das características individuais mostraram que quanto mais prolongado o episódio de bulimia, maiores as chances de se cronificar. Contudo outros estudos não encontraram essa correlação, que também não se confirmou no presente trabalho. Correlações entre transtornos alimentares e sintomas depressivos, ou seja, a presença de outros transtornos psiquiátricos não agrava prognóstico da bulima.

Acompanhamento prolongado da Bulimia Nervosa

Até o momento os estudos sobre o tratamento da bulimia têm se concentrado sobre o acompanhamento de curto prazo, havendo uma lacuna quanto ao acompanhamento prolongado desse transtorno recentemente descrito por ussel em 1979. Justamente por ser novo não se sabe ao certo que percentagens dos pacientes se recuperaram, que permaneceram sintomáticos ou que sofreram continuamente com esse distúrbio.
Método
Neste trabalho foram selecionadas e acompanhadas 222 mulheres com bulimia durante mais de 10 anos. No início do estudo elas apresentavam pelo menos 3 episódios por semana de ingestão exagerada, com vômitos em seguida, durante 6 meses consecutivos. No final do estudo uma paciente havia morrido, 22 não puderam ser localizadas, 22 desistiram de participar do estudo e 177 participaram. Deste total apenas 4 pacientes não preenchiam os critérios para bulimia completamente. Pelas análises estatísticas os resultados obtidos não foram prejudicados pela desistência das pacientes.

esultados

Depois dos 11,5 anos desde o início do acompanhamento, 11% continuavam plenamente sintomáticas, preenchendo os critérios para bulimia nervosa. Uma parcela de 18,5% apresentava distúrbios alimentares não classificados e 0,6% passaram a ter anorexia. O restante, 69,9% estavam completamente recuperadas e assintomáticas.
Conclusão
Estes resultados mostraram que a bulimia em quase um terço das pacientes pode se prolongar muito, comprometendo a qualidade de vida das pacientes. O estudo das características individuais mostraram que quanto mais prolongado o episódio de bulimia, maiores as chances de se cronificar. Contudo outros estudos não encontraram essa correlação, que também não se confirmou no presente trabalho. Correlações entre transtornos alimentares e sintomas depressivos, ou seja, a presença de outros transtornos psiquiátricos não agrava prognóstico da bulima.

Eficácia da Fluoxetina no Tratamento da Bulimia Nervosa

O objetivo desse estudo foi avaliar a eficácia da fluoxetina no tratamento da bulimia nervosa com ou sem depressão. Para isso foram utilizados dois estudos paralelos, multicêntricos, duplo-cegos, randomizados controlados com placebo x fluoxetina. Os sintomas depressivos foram medidos pela escala de Hamilton durante o acompanhamento. A dose média de fluoxetina usada foi de 60mg. Este tratamento reduziu significativamente os episódios de binge e vômito auto-induzido após o binge. Não houve relação entre a melhora obtida e o grau de depressão inicial. Os autores concluíram que a fluoxetina é eficaz para o tratamento da Bulimia Nervosa, independentemente da presença de síndrome depressiva.

Sexualidade em Pacientes com Bulimia

Este trabalho levanta as histórias sexuais e reprodutivas de mulheres que haviam se recuperado ou estavam se recuperando de bulimia nervosa. De 48 pacientes femininas consecutivas, 43 foram estudadas por 10 a 15 anos após o tratamento inicial. No seguimento, 74% foram consideradas recuperadas e 26% mantiveram transtorno alimentar. Histórico de amenorréia foi comum (81%), 63% sem menstruação por um período superior a 1 ano.

As mulheres com bulimia nervosa são mais avaliadas sobre infertilidade quando estão em crise. As pacientes que sofrem de bulimia são sexualmente ativas, mas têm períodos de descontinuidade e perda de atividade sexual. Elas associam seu sentimento sexual com o peso corporal, gravidez, amamentação e o estado de seus relacionamentos.

Curtos períodos livres do comportamento bulímico estão associados com gestação e amamentação. O aborto ocorre mais freqüentemente. A prevalência de sintomas gravídicos desagradáveis, hiperemese gravídica e depressão pós-parto foi maior entre as mulheres que não haviam se recuperado do transtorno alimentar antes de tentar engravidar e reduz a prevalência de problemas ginecológicos e obstétricos.

Os resultados dos estudos mostram que tanto a bulimia quanto a anorexia, durante a gestação, prejudicam a saúde materna e fetal.

O peso corporal, o comportamento alimentar e controle de peso no início da gestação deveriam fazer parte do questionário obstétrico.

Fonte: Clique Saúde