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Sucos naturais – Plano de Saúde Rio October 7, 2011

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Depois de eventuais excessos nas refeições, os sucos naturais podem ser um importante aliado para quem quer desintoxicar o organismo e ganhar mais disposição. A saúde dos intestinos tem profunda relação com a pele, o humor, a disposição e também com o controle de peso. Veja alguns sucos o e o benefício de cada um:

Suco de maçã: os poderes anti-oxidantes da maçã fazem deste suco um dos mais saudáveis. Isso quer dizer que a fruta ajuda a combater radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento e pela desregulação do organismo. Se quiser “turbinar” o suco, misture cenoura, beterraba ou aipo.

Suco de uva: também um poderoso anti-oxidante, com a vantagem de que ajuda a reduzir o colesterol e melhorar a circulação sanguínea.

Suco de melancia: um ótimo diurético. Se misturado com morango, o suco também ajuda na boa circulação do sangue.

Suco de abacaxi: um santo remédio para má digestão, porque concentra uma grande quantidade de enzimas. Assim como os sucos de figo e gengibre, o de abacaxi ajuda a controlar o colesterol no sangue e contribui para o bom funcionamento da vesícula biliar.

Suco de banana, pêra e alface: esses três ingredientes resultam em um bom antídoto para a insônia. Nessa área, não podemos esquecer o suco de maracujá, ótimo calmante.

Suco de mamão: por causa das propriedades digestivas do mamão, o suco ajuda a manter o intestino funcionando corretamente.

Suco de laranja com couve: é apropriado para quem sofre de anemia (ausência de ferro no sangue). A combinação cria um suco rico em ferro e em vitamina C, que por sua vez ajuda na absorção do mineral.

Suco de abacaxi, maçã, cenoura e gengibre: as enzimas digestivas do abacaxi e do gengibre, em especial, são auxiliares na digestão e evitam que toxinas se acumulem e dêem origem à celulite. Para ajudar no combate aos furinhos, esfolie as pernas com bucha vegetal, antes do banho.

Fonte: Dicas de Saúde

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Obesidade infantil – Plano de Saúde RJ October 6, 2011

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Não é nenhuma novidade para ninguém falar que gordura em excesso no organismo provoca diversos problemas de saúde. O preocupante é que a obesidade atinge cada vez mais crianças e jovens.

De acordo com um levantamento feito atualmente pelo IBGE, 18% dos meninos e 15,4% das meninas entre 10 e 19 anos estão com sobrepeso. Esse índice na pesquisa realizada em 1974/75 era de 3,9% para os adolescentes do sexo masculinos e 7,5% para as garotas.

Alguns pais não estão passando bons hábitos alimentares para seus filhos, pois a família não senta mais a mesa. As refeições são substituídas por lanches e outros tipos de alimentos industrializados. Esses produtos não têm todos os nutrientes e em compensação são altamente calóricos. Algumas mães acreditam que se derem um pacote de salgadinho e refrigerante estão alimentando o seu filho mais que se oferecessem um prato de arroz e feijão com um suco natural.

Faça substituições: no lugar do refrigerante normal, ofereça a seu filho um suco de frutas. A criança é fruto do meio em que vive. Ela come o que o adulto oferece. Por isso, toda a família tem que seguir uma alimentação saudável. As crianças possuem um metabolismo mais acelerado, por isso é mais fácil obter resultado com as dietas. Mas, não adianta preparar aquela comidinha de dieta somente para a criança, toda a família deve sofrer uma reeducação alimentar. Dessa forma, todos, e não apenas seu filho, serão beneficiados com uma alimentação saudável. Vários pais ficam satisfeitos porque perdem peso junto com seus filhos. Mas existe ainda um grande problema: os alimentos oferecidos nas cantinas escolares. A escola deveria oferecer educação em todos os níveis, inclusive relacionada à alimentação.

Não há como garantir que o aluno irá seguir uma alimentação saudável em casa, mas pelo menos na escola ele seguirá.

Fonte: Dicas de Saúde

Emagrecer com responsabilidade – Plano de Saúde Rio October 5, 2011

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Não existem fórmulas mágicas durante o processo de emagrecimento; essa fase deve ser leve, prazerosa e reveladora. O primeiro passo a ser dado é desenvolver o querer e, para que esse querer esteja repleto de comprometimento com a causa, com a saúde, devemos nos livrar de tudo aquilo que nos aborrecer, dos lixos internos que acumulamos e que nos fazem ficar “pesados”. “Engolir sapo” é altamente calórico.

O segundo passo é resgatar os prazeres da vida, entendendo que a comida não é e não precisa ser a única fonte de delícias. O nascer do sol pode ser saboroso, caminhar ou estar com os amigos pode ser confortante, muito mais que um bombom Trocar afetos por bolos e tortas é uma troca injusta e ineficiente. Por um instante, o alimento preenche o vazio interno, satisfaz momentaneamente determinada carência, tudo bem! Mas fazer isso é o mesmo que abastecer um carro a álcool com gasolina. Ele pode até andar, mas vai engasgar até estragar o motor. Nesse momento, o terceiro passo se apresenta, às vezes com cara de “bandido”, revelando tudo aquilo que por tempos foi ocultado atrás da gordura. Medos inseguranças, incertezas, frustrações, sentimentos escondidos e soterrados por balas, barras de chocolates e sanduíches.
Remover os entulhos encará-los, talvez seja complicado, mas não deixa de oferecer o enorme prazer de encontrar, entre incertezas, inseguranças e quilos em excesso um ser poderoso e forte, que vale mais do que pesa. Encontrar novos caminhos para o dia-a-dia, um estilo de vida mais saudávele pleno guarda um inesquecível sabor de vitória. Essas revelações trazem a leveza para a alma e para o coração. Esteja certo disso e, a partir desse instante, tudo ficará mais fácil.

Definição de metas na dieta, assumir com convicção o tratamento, seja ela qual for, até encontrar o ponto de equilíbrio físico, mental e emocional. Emagrecer é um ato de amor-próprio, de busca pela auto-estima e de todos os prazeres da vida: social, profissional, familiar, sexual. Emagrecer com responsabilidade é resgatar sua identidade. Por isso, ao tomar a decisão, procure se alimentar de forma adequada, em busca de sua felicidade e não para atingir padrões estéticos preestabelecidos pela nossa sociedade. Ao emagrecer feliz, perceberá que a conquista dessa leveza, do corpo e da alma, será uma conquista eterna.

Não fique parado – Plano de Saúde Rio September 29, 2011

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Jovens sofrem cada vez mais com as lesões por movimentos repetitivos e outros problemas ortopédicos. Os principais inimigos dos músculos e dos ossos são o computador e o sedentarismo. Nos consultórios, as reclamações mais ouvidas são relativas à tendinite e a lombalgia, mais conhecida como dor lombar. O Saude conversou com o fisioterapeuta Vladimir Reis de Oliveira, médico do SOS Fisioterapia, e ele nos deu algumas dicas.

Os problemas mais comuns que afetam a população são a bursite, a tendinite e a lombalgia. Oliveira afirma: “Entre os jovens há mais casos de tendinite, devido ao tempo em que eles passam na internet ou em jogos. É muito comum que eles tenham a famosa L.E.R. (lesões por esforços repetitivos)”. Vladimir recomenda um alongamento para quem sente dores no punho: “Para dor no punho o ideal é a pessoa parar um pouco e alongar os músculos do anti-braço. A maneira mais fácil de fazer isso é levar os braços para frente, entrelaçar os dedos e projetar os ombros para frente. Depois alongar um braço de cada vez, segurando as mãos pela ponta dos dedos, ora para cima, ora para baixo”.

Já a lombalgia afeta jovens e adultos, principalmente pela maneira com que se levantam, pegam peso ou sentam. “As pessoas tem o costume de sentar com o quadril para a frente, o ideal é deixar a coluna ereta” afirma Oliveira. Outra dica do fisioterapueta é nunca curvar a coluna para pegar peso, a forma adequada é se agachar e flexionar os joelhos.

Vladimir Reis de Oliveira também dá dicas para quem já sofre das dores há algum tempo. E a principal delas é nunca ficar parado. “Mesmo para quem já frez algum tratamento para dor na coluna, sempre recomendamos que a pessoa não leve muito tempo sentada. Se trabalha em escritório, pelo menos de uma em uma hora, levante-se para tomar água, um café, ir ao banheiro ou simplesmente se espreguiçar. Levar horas sentado cansa a musculatura estabilizadora”. E quanto a rotina de exercícios ideal para sair do sedentarismo, ele faz um aviso: “É muito importante consultar o médico antes de praticar qualquer esporte. alguns exercícios podem prejudicar ao invés de ajudar”.

Para quem quer simplesmente evitar problemas, a dica de Vladimir é uma só: alongamento, exercícios, movimentação, gastar o máximo de energia. “A nova geração de jovens em sua maioria é preguiçosa, temos que reavaliar nossos hábitos”.

Fonte: Saúde

Os riscos da gordura abdominal – Plano de Saúde RJ September 28, 2011

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Ficar com a cintura medindo mais de 94 centímetros para os homens ou 80 para as mulheres não é só deselegância é um risco à saúde. A gordura abdominal pode causar diversas doenças. A gordura abdominal se apresenta de dois tipos: gordura visceral e subcutânea. A visceral é a mais prejudicial por ficar escondida entre as vísceras.

Diminuir a gordura abdominal é uma tarefa difícil, mas é preciso que o combate seja diário, para isso existem alguns alimentos que ajudam na redução da gordura abdominal como as frutas cítricas, vegetais crucíferos, amêndoas, cereais integrais, peixes, clara cozida, aveia e cevada.

Se você quer diminuir sua circunferência abdominal siga as 10 dicas de alimentos que devem ser evitados ou consumidos para ter um resultado satisfatório:

1 – Alimentos com gordura trans. Apesar da campanha para que ela desapareça das prateleiras, ainda há alguns produtos que a usam em sua composição. É o tipo de ácido graxo que vai diretamente para a cintura.

2 – Refrigerantes. Um copo contém quatro colheres de sopa de açúcar. Essa quantidade de açúcar não é utilizada pelo organismo e se transforma em gordura e é armazenada.

3 – Bebidas alcoólicas. As piores são as destiladas, que têm uma alta dosagem alcoólica, o que aumenta a glicemia.

4 – Frituras de imersão, como batata frita e bife à milanesa. Esses alimentos ficam com quase o dobro de calorias em relação à versão assada ou cozida.

5 – Pizza. A massa é feita com muita farinha refinada, de digestão rápida, que também provoca elevação acima do normal da glicemia. Além disso, os acompanhamentos são sempre muito calóricos.

6 – Macarrão. Normalmente comemos em quantidade maior do outro carboidrato, o arroz. Não é incomum consumir os dois na mesma refeição, e carboidrato em excesso é sinal de glicemia também exagerada e acúmulo de gordura na cintura.

7 – Doces. Rico em açúcar, que eleva a glicemia, e a energia extra se acumula na cintura, normalmente também vêm acompanhados de gordura.

8- Creme de leite. É rico em gordura saturada, que eleva o colesterol e se acumula na cintura.

9 – Gordura animal. Bacon, carne vermelha, manteiga e queijos amarelos aumentam a adiposidade do corpo.

10 – Leite. Algumas pessoas têm intolerância à lactose, o que pode provocar a formação de gases. Nesse caso, portanto, não é gordura que se acumula na região do abdome.

A gordura abdominal provoca as seguintes doenças:

– Diabetes. As células de gordura fabricam substâncias que desequilibram o organismo e podem produzir glicose em excesso. Os ácidos graxos dificultam a entrada dessa glicose nas células e ela sobra no sangue, caracterizando a diabetes tipo 2.

– Hipertensão. Para fazer com que a glicose entre nas células, o pâncreas aumenta a produção de insulina. Esse trabalho exige contração dos vasos sanguíneos aumentando a pressão.

– Infarto e derrame. O tecido adiposo dessa região contém células que produzem substâncias inflamatórias. Isso provoca o fechamento da passagem do sangue, aumentando os riscos de infarto e também de derrame.

Fonte: Viver com Saúde

Hipertensão – Plano de Saúde Rio September 21, 2011

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O que é ?

A hipertensão arterial é uma doença crônica degenerativa mais comum em nosso meio e a uma maior chance de desenvolver complicações, tais como acidente vascular cerebral (derrame), infarto do miocárdio e insuficiência cardíaca.

Existem dois tipos de hipertensão arterial (HA): hipertensão primária e secundária. A HA primária caracteriza por não haver uma causa conhecida , enquanto a HA secundária, onde é possível identificar-se uma causa para a hipertensão, como por exemplo problemas renais , problemas na artéria aorta, tumores (feocromocitoma) e algumas doenças endocrinológicas.

Todas as pessoas, mesmo que não sintam nada, devem verificar a pressão com seu médico pelo menos uma vez por ano.

Causas

É um problema que afeta homens e mulheres. Sabe-se que, além da herança familiar, hábitos como comer muito sal, viver com estresse, estar com peso acima do ideal, não fazer exercícios e tomar bebidas alcoólicas em excesso, também ajudam a pressão a subir. Assim, evitando-se estes fatores pode-se evitar a hipertensão, mesmo quando existir a tendência hereditária.

Como já colocado, para a maioria dos casos de hipertensão não é possível identificar a causa. Uma boa orientação é conscientizar o paciente hipertenso de que não há cura, mas sim um controle adequado de sua pressão arterial. A exceção a esta regra seriam aqueles casos de hipertensão secundária, onde é possível identificar-se a causa, na maioria das vezes passível de tratamento, em tese, possível a cura.

Existem alguns fatores que definidamente interferem aumentando os níveis tensionais, por exemplo, o hábito de fumar, o uso de bebidas alcoólicas, a obesidade, o ‘stress’ e a ingestão excessiva de sal. O controle destes fatores é de extrema importância para pressão arterial e devem ser valorizados

Descrição

O coração bombeia o sangue através de canais chamados artérias e arteríolas. Estes tubos levam o sangue para todas as partes do corpo. Quando o sangue é bombeado através das artérias, ele é empurrado contra suas paredes; esta pressão do fluxo sangüíneo é chamada pressão sangüínea arterial ou simplesmente pressão arterial.

A pressão arterial varia em diferentes horas do dia e durante as diferentes atividades. A tendência é que ela diminua durante o sono e aumente quando o indivíduo estiver nervoso, aborrecido ou quando estiver fazendo exercícios. A pressão deve ser medida enquanto a pessoa estiver sentada ou deitada.

Se a largura interna das artérias diminuir, haverá maior dificuldade para o sangue passar, e o coração terá que trabalhar mais para bombear o sangue. Assim, com o tempo, o coração vai sendo prejudicado.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através da medida da pressão arterial, com a ajuda de um esfigmomanômetro. Existem alguns fatores que alteram a pressão arterial, portanto uma medida isolada da pressão arterial não é suficiente para tal diagnóstico, sendo necessário, quando da suspeita de HA, várias medidas em momentos diferentes do dia. Hoje já existe disponível um sistema de monitorização ambulatorial da pressão arterial, o MAPA, que torna mais fácil e certo o diagnóstico da HA, no qual alguns pacientes são submetidos durante 24 horas à medida sistemática de sua pressão arterial, durante as várias atividades de seu dia, quando houver a necessidade de indicação médica precisa.

Em termos de valores de pressão arterial, considera-se como normais os valores até 140 para a pressão arterial sistólica ( ou “máxima”) de até 90 para a pressão diastólica (“ou mínima”). A partir destes valores até 159/94 classificam-se como hipertensão limítrofe, e como hipertensão definida os níveis pressóricos superiores ou iguais a 160/95. Apesar destes critérios, sabe-se que quanto maior a pressão arterial (sistólica ou diastólica) maior será a mortalidade e as complicações associadas.

Sintomas

O risco de derrame cerebral, problemas renais e insuficiência cardíaca congestiva aumenta, podendo inclusive afetar a irrigação sangüínea dos olhos (retina). Se comparadas às pessoas com pressão normal, as pessoas com hipertensão não controlada correm o triplo de risco de desenvolver ataque cardíaco congestivo e sete vezes de ter um derrame cerebral.

Ter pressão alta, não é igual a ter ‘problema de coração’, mas pode ser o primeiro passo. O indivíduo hipertenso tem de três a cinco vezes mais chances de apresentar um acidente vascular cerebral ( derrame ), duas a três vezes mais chance de desenvolver cardiopatia isquêmica (doença das artérias coronárias como angina ou infarto), três vezes mais chance de desenvolver claudicação intermitente ( dor em membros inferiores ao caminhar, secundária a obstrução de alguma artéria), e quatro vezes mais chance de desenvolver insuficiência cardíaca ( falha do coração como bomba, levando a falta de ar ) do que o indivíduo normotenso. Portanto, com um bom controle da pressão arterial é possível a prevenção de muitas doenças do sistema cardiovascular.

A hipertensão arterial ou pressão alta é um fator de risco muito traiçoeiro. Ela ataca devagarinho, sem sintomas, você só nota as conseqüências.

O coração fica sobrecarregado, passando a trabalhar mais até perder sua capacidade de contração. A pressão sobre as artérias provoca dificuldades para a circulação do sangue.

Associada a outros Fatores de isco, seus perigos são ainda maiores.

Uma pressão mais alta que 14 por 9 duas vezes em dias diferentes evidencia a hipertensão

Lembre-se, a orientação médica pode salvar a sua vida!

Tratamento

O tratamento pode ser medicamentoso e não- medicamentoso. Qualquer que seja a opção, é muito importante obter-se a adesão continuada do paciente às medidas recomendadas.

ecomendações não farmacológicas úteis no tratamento da hipertensão arterial:

Tratar a obesidade como principal objetivo;
eduzir a ingestão de sal para no máximo 5 g por dia;
Aumentar a ingestão de frutas e verduras, para obter maior ingestão de potássio;
Limitar a ingestão de álcool a menos de 40mg por dia ( i.e. 1 cerveja ou 1/2 garrafa vinho ou 1 dose de destilado );
ealizar exercícios físicos regularmente;
eduzir a ingestão de gorduras saturadas e carboidratos refinados;
Parar de fumar.

Do ponto de vista medicamentoso, existe uma gama de medicações eficazes no controle da hipertensão, cabendo ao seu médico a escolha de uma ou mais drogas, de acordo com a gravidade e com as patologias associadas . É fundamental que o tratamento medicamentoso seja feito sob orientação médica.

Alimentos a serem evitados: Enlatados, presunto, mortadela, salsicha, lingüiça, carne de sol, chocolate, maionese, frituras, alimentos muito salgados e refrigerantes normais ou diet.

Exercícios físicos

Uma forma agradável de se cuidar. Atividade física fortalece o seu organismo e relaxa, pois faz com que você se distraia. Além disso, ajuda a reduzir o triglicérides, o colesterol, combater o diabetes e a obesidade. Praticando exercícios regularmente (no mínimo 3 vezes por semana) você diminui bastante os riscos de pressão alta. Algumas pessoas até deixam de ser hipertensas apenas com práticas de exercícios.

Obs: Se você for caminhar… Comece com caminhadas de 15 a 30 minutos diários de uma vez ou dividido em 3 vezes de 10 minutos ao dia.

Quem tem maiores chances de ter hipertensão?

A pressão alta ou hipertensão pode ocorrer em qualquer idade, mas é mais comum nos adultos e nos idosos. Além disso:

É mais freqüente na raça negra
Aumenta com a idade
É mais comum em homens com até 50 anos
Em mulheres após os 50 anos
Ocorre mais em diabéticos
Principalmente em pessoas que já tiveram casos na família

Fonte: Clique Saúde

Benefícios da musculação em idosos – Plano de Saúde Rio September 6, 2011

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Os exercícios anaeróbicos, também chamados de exercícios resistidos ou de musculação, envolvem curtos impulsos de esforço seguidos por períodos de descanso, resultando no desenvolvimento de força e hipertrofia muscular (aumento da massa dos músculos).

Muitas estudos sugerem que os exercícios resistidos, quando prescritos e supervisionados de uma forma apropriada, apresentam efeitos favoráveis em  diferentes aspectos da saúde de qualquer indivíduo.Neste contexto, podemos citar: um aumento da força muscular com melhoria da resistência aos esforços, bem-estar mental e social, além de um impacto positivo sobre os fatores de risco cardiovasculares, como a obesidade, hipertensão arterial e diabetes.

O envelhecimento tende a produzir processos degenerativos em cartilagens, ligamentos, tendões e músculos, além de reduzir a massa óssea. Esses efeitos são potencializados pelo sedentarismo, achado muito comum entre os idosos. A composição corporal tende a piorar no envelhecimento sedentário devido ao aumento do tecido gorduroso e uma redução das massas óssea e muscular.

Todas as qualidades de aptidão física apresentam redução em seus níveis nas pessoas que envelhecem de forma sedentária.As pessoas idosas sentem os efeitos do sedentarismo nas limitações que encontram para a vida diária, e nas doenças crônicas manifestas ou de difícil controle.

A atividade física em geral apresenta efeitos que se contrapõem aos do envelhecimento sedentário, mas os exercícios de musculação tem se mostrado como os mais adequados para essa finalidade.A massa muscular e a força diminuem em todas as pessoas na terceira dade. A perda de massa muscular ocorre basicamente devido a processo degenerativo do sistema nervoso, que leva ao desaparecimento de células nervosas da medula espinal.

A diminuição da velocidade dos movimentos apresenta paralelismo com a redução da massa muscular e da força. Sem estímulos adequados, são observados importantes reduções de massa e força musculares durante o envelhecimento.

Os exercícios resistidos são atualmente reconhecidos como os mais importantes para pessoas idosas, não apenas pela eficiência dos efeitos promotores de saúde músculo-esquelética, pelo alto grau de segurança geral, mas também, pelos seus estímulos à saúde cardiovascular. Além disso, pessoas idosas com frequência tem dificuldades para realizar exercícios aeróbicos, mesmo que suaves, como caminhar.Os fatores limitantes podem ser dores nas articulações e na coluna vertebral, tonturas, falta de equilíbrio, angina do peito, arritmias cardíacas e falta de ar.

Texto revisado por Clarice Aristides.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Fonte: Clique Saúde

Como deixar os dentes brancos – Plano de saúde Rio August 18, 2011

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Ter dentes brancos é o sonho de muita gente. Em muitos casos para conseguir realizar esse sonho é preciso desembolsar muito dinheiro. Mas vamos ajudar a resolver esse probleminha com dicas fáceis e baratas.

  • Mantenha uma boa higiene bucal;
  • Comer frutas crocantes como maçã, ajuda a limpar a superfície dos dentes;
  • Use diariamente o fio dental;
  • Coma  uma pequena quantidade de queijo após a refeição pois ajuda a prevenir cáries e promover a remineralização do esmalte;
  • Procure mastigar chiclete sem açúcar com xilitol;
  • Alguns especialistas dizem que morangos podem proporcionar dentes brancos.

Emoções que afetam a saúde – Plano de saúde Rio August 11, 2011

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Sentimentos como medo, dúvida ou até mágoa podem desencadear sintomas físicos por todo o corpo. É a chamada somatização, uma área que a medicina tem investigado a fundo.

Não é fácil identificar, à primeira vista, uma vítima de somatização.

O transtorno, embora se apresente sob a forma de queixas clínicas variadas, raramente é identificado por sua natureza vinculada às emoções, portanto com forte componente psiquiátrico.

Não foi diferente com a paciente atendida por um dos profissionais ouvidos nesta reportagem, cujo caso é contado a seguir. Vera, 55 anos, viúva, dois filhos, comerciante, apresenta asma brônquica de difícil controle há 15 anos.

O problema começou dois dias após a morte do marido. Ela tem crises de palpitação, se queixa de dores pelo corpo (coluna, pernas, joelhos) que teriam começado há nove anos e também sofre de fraqueza nas pernas.

Conforme o relato clínico de Vera, ela é ansiosa desde jovem, com episódios de dor no peito, queimação nos braços e pescoço.

Tem medos (de sair de casa, de tomar metrô). Queixa-se de insônia, mas diz ter “pesadelos horríveis”.

Sofre com dores de cabeça recorrentes há anos. Antes da asma teria desenvolvido rinite de fundo alérgico.

Esse é o fichário clínico de Vera, com o relato dos males físicos. Agora, entra o âmbito das emoções e seu impacto sobre a vida cotidiana. Ela conta que, na infância, assistia o pai espancar a sua mãe.

Quando ela tinha seis anos de idade, o irmão, então com 21 anos, tentou suicidar-se, ato seguido de várias internações psiquiátricas. Ela por vezes sentia-se “nervosa” e então quebrava objetos e se mordia. Tinha receio de aglomerações

Depois de casada, fez um aborto aos 25 anos e outro aos 27 anos. Um ano depois soube que o marido “tinha um caso com uma vizinha”.

As relações sexuais passaram a ser desagradáveis, sem o menor indício de prazer. Ficou viúva aos 39 anos e avalia que seus sintomas pioraram desde então. Recebeu os diagnósticos de transtorno somatoforme e transtorno de ansiedade.

Participa do grupo de psicoterapia há dois anos e atualmente é medicada com um antidepressivo e um ansiolítico. Apresenta melhora dos sintomas somáticos, permitindo a gradual diminuição da medicação

O que é somatizar?

O conceito foi proposto inicialmente pelo médico austríaco Wilhelm Steckel em 1921, vinculado às teorias psicodinâmicas.

Somatização, atualmente, tem diversas conotações, dependendo em que contexto é usado, como explica José Atilio Bombana, psiquiatra, psicanalistaprofessor do curso de Psicossomática no Instituto Sedes Sapientiae.

“O ser humano é psicossomático por constituição, ou seja, há uma interação profunda entre fatores orgânicos e psíquicos e, portanto, em tese pode-se considerar toda doença psicossomática.”

Porém o uso corrente na literatura médica defi- ne somatização como a tendência para vivenciar distúrbios e sintomas que não encontram explicação patológica em exames clínicos e laboratoriais.

Esses sintomas são atribuídos a doenças físicas e o somatizador, vamos chamá-lo assim, procura ajuda médica para tratá-las.

É o que Steckel batizou de “fala dos órgãos”, sinais físicos com forte componente psíquico.

Na versão para o inglês, o termo alemão foi traduzido como somatization, palavra criada a partir do radical grego soma, corpo.

Somatização, segundo a psicóloga Marilda Novaes Lipp, uma das maiores autoridades brasileiras no assunto e diretora do Centro Psicológico de Controle do Stress, em São Paulo, é um termo genérico que significa a representação física de uma dor emocional.

Essa dor pode ser gerada por conflito, medo, dúvida, ciúmes, inveja, luto ou até mágoa, mas sempre com repercussões no corpo.

E transtorno somatoforme é o seu equivalente no Código Internacional de Doenças (CID 10).

Principais reclamações

Os dez problemas físicos mais relatados pelos somatizadores são: dor no peito, fadiga, tontura, dor de cabeça, inchaço, dor nas costas, falta de ar, insônia, dor abdominal e torpor.

Marilda explica que esse processo se inicia quando negamos à mente o direito de sentir e se expressar.

É quando a angústia “quebra” a resistência corpórea e aparece no órgão alvo. Órgão alvo ou órgão de choque, ela esclarece, é aquela parte de cada um que apresenta alguma vulnerabilidade, genética ou adquirida.

Assim, pessoas de famílias com histórico de hipertensão, quando estão passando por um conflito prolongado, um estresse intenso, podem vir a desenvolver problemas na área cardiovascular, enquanto indivíduos com passado familiar de câncer tendem a desenvolver um tumor sob forte pressão reprimida.

“Às vezes a vulnerabilidade não é hereditária, mas foi adquirida devido a um acidente, como no caso de uma pessoa que, anos após ter sofrido uma fratura, desenvolve dores no local quando está em situações de forte estresse”, diz Marilda, que também é professora titular da PUC-Campinas.

Por que as mulheres são as principais vítimas?

As somatizações ocorrem em ambos os sexos, mas as mulheres são mais acometidas e buscam mais frequentemente tratamento.

“Observamos somatizações em todas as idades, mas há uma predominância no Programa de Atendimento e Estudos de Somatização, da Unifesp, de mulheres de meia idade”, confirma o psiquiatra José Atilio Bombana, coordenador do programa.

Não se sabe exatamente por que as mulheres somatizam mais. As hipóteses, conforme o médico, incluem questões biológicas (como as hormonais), questões psicológicas e questões culturais.

As mulheres, diz, parecem ter mais abertura para buscar ajuda para seu sofrimento emocional e, portanto, estão mais presentes nos serviços médicos.

É possível somatizar em qualquer faixa etária, muitas crianças o fazem. Mas, como afirma Marilda Lipp, já há dados científicos mostrando que depressão, ansiedade e estresse são mais comuns nas mulheres.

Por outro lado, “nas avaliações de estresse que fazemos com grande número de pessoas dos dois gêneros, temos notado que, muitas vezes, os homens, talvez por não terem muito espaço na sociedade para chorarem e demonstrarem fragilidade, tendem a desenvolver mais sintomas físicos do que as mulheres”.

 

Fonte:  Clique Saúde

Bebida alcoólica corta o efeito do antibiótico? – Plano de Saúde RJ August 2, 2011

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Todo mundo já ouviu dizer que não se deve consumir bebidas alcoólicas durante o tratamento com antibióticos. Mas será que essa afirmação é verdadeira? O clínico geral e cardiologista do Hospital Samaritano de São Paulo José Renato das Neves esclarece: “Não é verdade que o álcool reduza seu efeito, porém, pode reduzir o tempo que a substância ativa permanece na corrente sanguínea em níveis adequados”, diz o médico. Ou seja: não é uma boa ideia beber enquanto estiver tomando esse e outros remédios.

Meia vida é o tempo que leva para o organismo eliminar 50% de uma determinada droga. “Esse tempo é que determina o intervalo em que devemos tomar um medicamento”, descreve. Uma droga com meia vida de 9 horas, por exemplo, deve ser tomada a cada 8 horas para que o paciente não fique sem medicamento circulando no sangue em nenhum momento.

Como o álcool tem o efeito de aumentar a eliminação urinária, por inibir o hormônio antidiurético, o fato de ingerir álcool durante o uso de medicamentos pode fazer com que o intervalo prescrito da droga seja inadequado. “Além disso, o tempo de eliminação do álcool pode ser reduzido aumentando sua toxicidade direta ao cérebro, fígado e trato digestivo. Nesse caso, pode provocar vômitos e impedir a absorção das próximas tomadas do antibiótico”, acrescenta Neves.

Por ser uma droga que age no sistema nervoso central (no cérebro), o álcool pode tanto potencializar outras drogas de ação cerebral, como pode reduzir a ação. “Por isso, o álcool não deve ser consumido pelas pessoas que usam anticonvulsivantes, ansiolíticos, sedativos, antidepressivos e analgésicos”, previne.

O álcool também é uma droga de eliminação hepática, por isso deve ser evitado com medicamentos que usem a mesma via de eliminação, como antibióticos macrolídeos, drogas para micoses, remédios para colesterol e triglicérides e alguns medicamentos dermatológicos. E, claro, por pessoas que tenham problemas hepáticos, pois a toxicidade pode ser ainda mais grave. “Existem, inclusive, casos fatais, quando esses fatores se sobrepõem ou a pessoa tem uma sensibilidade maior às drogas”, alerta o médico.

Fonte: Clique saúde