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Obesidade infantil – Plano de Saúde RJ October 6, 2011

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Não é nenhuma novidade para ninguém falar que gordura em excesso no organismo provoca diversos problemas de saúde. O preocupante é que a obesidade atinge cada vez mais crianças e jovens.

De acordo com um levantamento feito atualmente pelo IBGE, 18% dos meninos e 15,4% das meninas entre 10 e 19 anos estão com sobrepeso. Esse índice na pesquisa realizada em 1974/75 era de 3,9% para os adolescentes do sexo masculinos e 7,5% para as garotas.

Alguns pais não estão passando bons hábitos alimentares para seus filhos, pois a família não senta mais a mesa. As refeições são substituídas por lanches e outros tipos de alimentos industrializados. Esses produtos não têm todos os nutrientes e em compensação são altamente calóricos. Algumas mães acreditam que se derem um pacote de salgadinho e refrigerante estão alimentando o seu filho mais que se oferecessem um prato de arroz e feijão com um suco natural.

Faça substituições: no lugar do refrigerante normal, ofereça a seu filho um suco de frutas. A criança é fruto do meio em que vive. Ela come o que o adulto oferece. Por isso, toda a família tem que seguir uma alimentação saudável. As crianças possuem um metabolismo mais acelerado, por isso é mais fácil obter resultado com as dietas. Mas, não adianta preparar aquela comidinha de dieta somente para a criança, toda a família deve sofrer uma reeducação alimentar. Dessa forma, todos, e não apenas seu filho, serão beneficiados com uma alimentação saudável. Vários pais ficam satisfeitos porque perdem peso junto com seus filhos. Mas existe ainda um grande problema: os alimentos oferecidos nas cantinas escolares. A escola deveria oferecer educação em todos os níveis, inclusive relacionada à alimentação.

Não há como garantir que o aluno irá seguir uma alimentação saudável em casa, mas pelo menos na escola ele seguirá.

Fonte: Dicas de Saúde
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Como diminuir a dor de Cólica – Plano de Saúde Rio October 3, 2011

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Beba uma xícara de chá comum, de camomila ou de menta, quente.
Coloque uma bolsa de água quente ou bolsa térmica sobre o abdome ou sobre as costas.
Tome um banho quente.
Massageie delicadamente o seu abdome.
Faça exercícios leves como: alongamento, yoga, caminhada ou andar de bicicleta. O exercício pode aumentar o fluxo de sangue e reduzir a dor pélvica.
Repouse bastante e evite situações estressantes.
Para controle da natalidade, considere a possibilidade de usar pílula, pois esta bloqueia a produção de prostaglandinas, ou o DIU com progesterona, que diminui a cólica menstrual.
Pergunte ao seu médico sobre a indicação e necessidade de suplementação de vitamina B6.

Fonte: Orientações Médicas

Os riscos da gordura abdominal – Plano de Saúde RJ September 28, 2011

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Ficar com a cintura medindo mais de 94 centímetros para os homens ou 80 para as mulheres não é só deselegância é um risco à saúde. A gordura abdominal pode causar diversas doenças. A gordura abdominal se apresenta de dois tipos: gordura visceral e subcutânea. A visceral é a mais prejudicial por ficar escondida entre as vísceras.

Diminuir a gordura abdominal é uma tarefa difícil, mas é preciso que o combate seja diário, para isso existem alguns alimentos que ajudam na redução da gordura abdominal como as frutas cítricas, vegetais crucíferos, amêndoas, cereais integrais, peixes, clara cozida, aveia e cevada.

Se você quer diminuir sua circunferência abdominal siga as 10 dicas de alimentos que devem ser evitados ou consumidos para ter um resultado satisfatório:

1 – Alimentos com gordura trans. Apesar da campanha para que ela desapareça das prateleiras, ainda há alguns produtos que a usam em sua composição. É o tipo de ácido graxo que vai diretamente para a cintura.

2 – Refrigerantes. Um copo contém quatro colheres de sopa de açúcar. Essa quantidade de açúcar não é utilizada pelo organismo e se transforma em gordura e é armazenada.

3 – Bebidas alcoólicas. As piores são as destiladas, que têm uma alta dosagem alcoólica, o que aumenta a glicemia.

4 – Frituras de imersão, como batata frita e bife à milanesa. Esses alimentos ficam com quase o dobro de calorias em relação à versão assada ou cozida.

5 – Pizza. A massa é feita com muita farinha refinada, de digestão rápida, que também provoca elevação acima do normal da glicemia. Além disso, os acompanhamentos são sempre muito calóricos.

6 – Macarrão. Normalmente comemos em quantidade maior do outro carboidrato, o arroz. Não é incomum consumir os dois na mesma refeição, e carboidrato em excesso é sinal de glicemia também exagerada e acúmulo de gordura na cintura.

7 – Doces. Rico em açúcar, que eleva a glicemia, e a energia extra se acumula na cintura, normalmente também vêm acompanhados de gordura.

8- Creme de leite. É rico em gordura saturada, que eleva o colesterol e se acumula na cintura.

9 – Gordura animal. Bacon, carne vermelha, manteiga e queijos amarelos aumentam a adiposidade do corpo.

10 – Leite. Algumas pessoas têm intolerância à lactose, o que pode provocar a formação de gases. Nesse caso, portanto, não é gordura que se acumula na região do abdome.

A gordura abdominal provoca as seguintes doenças:

– Diabetes. As células de gordura fabricam substâncias que desequilibram o organismo e podem produzir glicose em excesso. Os ácidos graxos dificultam a entrada dessa glicose nas células e ela sobra no sangue, caracterizando a diabetes tipo 2.

– Hipertensão. Para fazer com que a glicose entre nas células, o pâncreas aumenta a produção de insulina. Esse trabalho exige contração dos vasos sanguíneos aumentando a pressão.

– Infarto e derrame. O tecido adiposo dessa região contém células que produzem substâncias inflamatórias. Isso provoca o fechamento da passagem do sangue, aumentando os riscos de infarto e também de derrame.

Fonte: Viver com Saúde

Emagrecer Rápido Prejudica a Saúde do Coração – RJ September 27, 2011

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Enquanto a obesidade é um fator de risco, perda de peso rápida não é adequada. Segundo a Fundação do Coração espanhol (ESF) deve-se tomar cuidado com as dietas que prometem perder peso inferior a 1 quilo por semana e que esta diminuição afeta a saúde do coração e aumenta a probabilidade de doenças cardíacas.

Hoje em dia, especialmente durante o verão, há uma grande oferta de dietas ricas em proteínas que causam efeitos rápidos e prejudiciais para a saúde. Portanto, o FEC observou que as dietas promovem a perda de mais de 1 quilo por semana, podem afetar negativamente a saúde do coração.
Dietas ricas em proteínas podem causar a perda, a desidratação de potássio e de sódio (mineral essencial para o sistema cardiovascular), elevar os níveis de colesterol e, portanto, causar doenças cardíacas.

Além disso, a perda de peso ocorre em detrimento da massa muscular, que por sua vez pode ter efeitos deletérios no músculo cardíaco.
Portanto, é importante estar atento e fazer uma dieta, não apenas por uma questão de estética, mas também uma questão de saúde.
É importante a realização de uma dieta equilibrada e saudável, que é distribuída em 5 ou 6 refeições que contenham alimentos ricos em ômega 3 e ômega 6 e alimentos ricos em fibras.

Por outro lado, é aconselhável comer alimentos de baixo teor de gordura ou sem gordura, como laticínios, carne vermelha sem gordura de frango sem pele visível ou peru.
Além destes alimentos sugeridos para perder peso sem prejudicar o coração, é importante saber quais alimentos não devem ser consumidos, entre os quais estão biscoitos, salgadinhos, bolos, doces, açúcar, frituras,bebidas manteiga, margarina, rica em sódio alimentos e bebidas alcoólicas (exceto vinho).
Perda de peso pode ser uma ação saudável ou prejudicial para o organismo, especialmente o coração. Depende apenas de nós tomarmos o caminho certo, ir ao médico e programar uma dieta lenta mas seguramente, sem arriscar a saúde do coração.

Fonte: Saúde Dicas

Pneumonia: sintomas e tratamento – Plano de Saúde Rio September 26, 2011

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A palavra pneumonia  se refere a vários tipos de inflamação nos pulmões. Embora seja geralmente provocada por uma infecção bacteriana ou viral, ela também pode ser resultante de lesão pulmonar provocada por substâncias químicas, como gases venenosos inalados acidentalmente.

Ela pode variar desde uma complicação de uma infecção no trato respiratório superior até uma doença que implica risco de vida. Os sintomas, o tratamento, o impacto e os prognósticos da pneumonia dependem da causa, da saúde geral do paciente e de outros fatores, tal como a eficácia dos tratamentos medicamentosos.

A pneumonia viral, por exemplo, não responde aos antibióticos. Veja o ícone Sintomas e sinais para obter uma comparação entre causas e sintomas dos tipos mais comuns de pneumonia.

Os diversos tipos de pneumonia deram origem a muitos termos descritivos populares e médicos. O termo pneumonia dupla é usado quando ambos os pulmões são afetados.

Se a pneumonia for provocada por microrganismos semelhantes a bactérias, denominados Mycoplasma, o termo usado será pneumonia atípica.

A broncopneumonia é a inflamação dos alvéolos de um ou de ambos os pulmões; já a pneumonia lobar afeta totalmente um ou mais lobos do pulmão. A inflamação pode ainda abranger o tecido pulmonar entre as paredes dos alvéolos, que é denominada pneumonia intersticial.

Quais são os Sintomas?

Nenhum sintoma é característico de todos os tipos de pneumonia. Entretanto, deve-se considerar a possibilidade de pneumonia se a pessoa já tiver uma doença respiratória, com sintomas como tosse e febre, e se sentir falta de ar, mesmo ao fazer pouca ou nenhuma atividade.

Sintomas adicionais a serem observados, além de tosse e febre, são calafrios, suor, dores no peito, cianose (tonalidade azulada nos lábios e na pele sob as
unhas), resíduos de sangue no muco e, ocasionalmente, confusão mental ou delírio.

Quanto maior a área afetada no pulmão, mais graves serão os sintomas. A rapidez com a qual os sintomas aparecem também varia de acordo com a causa da infecção. Um ataque especialmente intenso do vírus da gripe pode provocar pneumonia capaz de matar uma pessoa debilitada em 24 horas. Já em um adulto jovem sadio, a pneumonia resultante de uma infecção respiratória branda poderá provocar sintomas semelhantes aos de um forte resfriado.

Quais são os Riscos?

A pneumonia é um distúrbio relativamente comum. Geralmente surge como complicação final de alguma outra doença debilitante, e é por isso que muitas pessoas com pneumonia chegam a falecer.

Qualquer pessoa cuja resistência já se encontra baixa é suscetível à doença; portanto, em pacientes com insuficiência cardíaca, câncer, derrame ou enfisema, a causa real da morte é freqüentemente a pneumonia.

Nos que se encontram semiconscientes e acamados por um determinado período, a infecção pulmonar é uma ocorrência extremamente comum.

Isso se deve ao fato de que, sob tais condições, o reflexo normal de tossir, que ajuda a manter os pulmões livres de muco e fluidos estagnantes, é reduzido ou pode até mesmo desaparecer.

A maior incidência da doença é entre os muito jovens (menos de 2 anos) ou muito velhos (mais de 75 anos), se tiverem uma doença respiratória crônica, como a Asma, ou qualquer outro distúrbio que reduza a resistência do organismo a infecções. As pessoas que fumam ou bebem compulsivamente também costumam ser afetadas com freqüência.

A pneumonia é uma doença comum em quem tem problemas no sistema imunológico.

Por exemplo, pessoas que se submeteram a um transplante de órgão e tomaram drogas imunossupressoras para evitar a rejeição (veja o ícone Medicamentos e tratamentos); as que sofrem de leucemia, doença de Hodgkin ou alguma outra forma de câncer; as que estão sendo tratadas com corticosteróides ou anticancerígenos, pois esses medicamentos suprimem o sistema imunológico; as que têm determinadas doenças crônicas (como a Artrite reumatóide) e estão tomando corticosteróides ou drogas semelhantes; e pessoas infectadas com o HIV (vírus da imunodeficiência humana) ou que têm Aids (síndrome da imunodeficiência adquirida) e, portanto, um sistema imunológico já debilitado devido à doença.

Em todos esses casos, a pneumonia pode ser causada por microrganismos (como o citomegalovírus ou o Pneumocystis carinii) que geralmente afetam pessoas imunologicamente debilitadas.

Essas infecções “oportunistas” iniciam-se de forma tão lenta e sutil que, a princípio, a pessoa afetada se sente simplesmente apática, sem energia, e pode apresentar uma leve febre e tosse seca. Posteriormente, os sintomas mais comuns da pneumonia aparecem: falta de ar, dor no peito e febre, por exemplo.
O diagnóstico desses tipos menos comuns de pneumonia depende de exames laboratoriais, como (para a pneumonia Pneumocystis carinii) uma biópsia transbronquial, na qual uma amostra de tecido pulmonar é retirada através de um broncoscópio (tubo para visualização). Porém, a biópsia deixou de ser sempre necessária para esse diagnóstico, pois as técnicas de detecção do microrganismo no escarro tornaram-se extremamente precisas.

Como a pneumonia varia muito, não se pode fazer generalizações sobre as suas conseqüências. Em pessoas idosas, fracas ou debilitadas, a doença pode levar à morte.

Qualquer tipo de pneumonia pode desencadear pleurisia ou Empiema. Mas, em adultos saudáveis, a gripe e as pneumonias virais podem também, em casos raros, ser fatais.

A pneumonia bacteriana pode ser virulenta, mas, ao menos, é um tipo de pneumonia que pode ser tratado com antibióticos. Com a idade mais avançada ou com doenças crônicas, as chances de sobreviver, até mesmo a um caso brando de pneumonia, tornam-se mais reduzidas.

Portanto, é importante que pessoas idosas ou que sofram de uma doença crônica procurem tratamento imediato para doenças respiratórias.

O que Deve ser Feito?

Mesmo que a pessoa apresente alguns dos sintomas normalmente associados à pneumonia, ela não deve supor que tem a doença. Em vez disso, deve pensar apenas que está com um resfriado ou outra infecção do trato respiratório e tratar-se da forma apropriada.

No entanto, um médico deve ser consultado imediatamente se a pessoa passar a sentir falta de ar, dor no peito ao respirar ou, ainda, se tiver tosse com produção de muco com sangue.

Além de examinar o peito com um estetoscópio, o médico dá algumas batidas leves na mesma região do corpo (percussão), pergunta se a pessoa fuma e como foram os primeiros sintomas. Com base nesse exame, é possível que o médico consiga fazer um diagnóstico preciso de pneumonia, determinando até mesmo o seu tipo.

Entretanto, podem ser necessários outros testes, como raios X do tórax e exames de sangue e de escarro.

Qual é o Tratamento?

Auto-ajuda: diante de sintomas de pneumonia, deve-se sempre procurar ajuda médica sem demora.

Ajuda Profissional: o melhor tratamento poderá ser, simplesmente, manter-se aquecido, beber muito líquido e tomar xaropes para a tosse e antibióticos.

Entretanto, supervisão e observação médicas são desejáveis durante os estágios iniciais da pneumonia, especialmente se houver dúvidas quanto à causa precisa e a extensão da inflamação.

Se o médico suspeitar de algum tipo de pneumonia que pode tornar-se muito grave em poucas horas, ele poderá recomendar a hospitalização.

Os antibióticos podem ser administrados por via oral ou intravenosa. Há uma grande variedade de antibióticos e o médico selecionará um deles com base na provável causa da doença.

Os exames laboratoriais de sangue e escarro indicarão o microrganismo causador da infecção. O médico também precisará saber se a pessoa é alérgica a algum tipo de antibiótico. Analgésicos como a aspirina ajudam a aliviar a dor no peito.

Se a pessoa sentir muita falta de ar e a pele tornar-se azulada, provavelmente ela precisará de oxigênio, que é aplicado através de uma máscara ou de um tubo inserido no nariz.

Se os problemas pulmonares persistirem mesmo após todas as tentativas de tratamento, o médico poderá recomendar uma broncoscopia para excluir outras causas, como o câncer de pulmão ou a inalação de um corpo estranho, ou para obter amostras de secreções para uma pesquisa laboratorial adicional.

Uma pessoa jovem e saudável normalmente se recupera completamente dentro de duas a três semanas.

Mesmo nos casos de pneumonia viral, as chances de complicações graves são mínimas, pois os antibióticos podem evitar infecções bacterianas secundárias.

Após o término da infecção e a recuperação, a pessoa poderá continuar a sentir-se cansada e apresentar uma tosse persistente por um longo período.

É possível que um fumante compulsivo, ou alguém cronicamente doente, leve meses para recuperar-se de uma pneumonia.

Fonte: Clique Saúde

Tudo o que você precisa saber sobre o colesterol – Plano de Saúde RJ September 23, 2011

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Temido por muita gente e sempre associado a enfartes, o colesterol também é uma substância necessária ao nosso organismo. É que ele ajuda na síntese de estrogênio, androgênio e progesterona (hormônios responsáveis pelas características sexuais), vitamina D, ácido biliar, etc.

Então, como não podemos brincar com a saúde, seguem algumas questões que você tem que saber!

O que é o colesterol?
Quimicamente, o colesterol é um álcool, mas ele só consegue circular pelo corpo grudado em moléculas chamadas lipoproteínas, que podem ser de dois tipos: LDL, o famoso mau colesterol, que tem baixos níveis proteicos, e o HDL, com grande quantidade de proteína, é conhecido como bom colesterol por ser responsável por eliminar o excesso de LDL do sangue. Os alimentos ricos em gordura saturada (carne vermelha, queijos amarelos, ovos, doces e frituras) são os maiores responsáveis por altos índices de colesterol.

Por que provoca doenças?
Quando há muito colesterol no sangue, ele se acumula nas paredes das artérias, o que faz com que elas fiquem estreitas e o fluxo sanguíneo para o coração seja bloqueado ou reduzido. O sangue é responsável por carregar oxigênio para o coração e, se uma quantidade suficiente não consegue chegar lá, você pode ter dores no peito. Se o suprimento de sangue para uma parte do coração for totalmente bloqueado, a consequência é um enfarte.

Colesterol alto provoca sintomas?
O colesterol alto por si só não acarreta nenhum sintoma. Por isso, muitas pessoas nem imaginam que estão com esse problema. Portanto, é preciso descobrir qual o nível do seu colesterol consultando um médico e fazendo exames de sangue periódicos. Se estiver alto, baixá-lo é essencial, pois reduzirá o risco de desenvolver uma doença do coração. O índice ideal de colesterol total é de até 200 mg/dl, sendo que o LDL precisa ser menor do que 160 e o HDL acima de 40 para homens e 50 para as mulheres. Esse valor é padrão para adultos saudáveis e, se você tem diabetes ou possui mais de dois fatores de risco (fumante, hipertenso, obeso ou tem histórico familiar), só o médico poderá lhe dizer qual é o seu índice ideal. Qual é o tratamento?
O principal objetivo é baixar o nível de LDL e elevar o HDL. Para diminuir o colesterol, o mais importante é ter uma dieta saudavel, praticar atividade física regularmente e manter o peso ideal. Algumas pessoas podem também precisar de medicação. Nesse caso, as estatinas ainda são a melhor pedida. Elas bloqueiam a síntese de colesterol no fígado e, com isso, disparam a demanda dessa substância. O resultado é um aumento dos receptores de LDL, que acabam tirando o colesterol ruim de circulação. Mas esse é só um exemplo de medicação, existem outros tipos que somente o seu médico saberá indicar, ok?

Tem como prevenir?
Claro que sim. Essa é a melhor forma de manter longe esse inimigo das artérias. Pra isso, é preciso:

– Ter uma vida mais ativa, principalmente fazendo exercícios aeróbicos. Procure seu médico e em seguida um professor de educação física.

– Não fumar. Tente parar logo se for o seu caso, pois o cigarro lesa as paredes dos vasos.

– Manter o peso dentro da faixa ideal. Fazer avaliações físicas é uma ótima pedida.

– Dar preferência às margarinas com fitosterol, que reduzem pra valer a absorção do colesterol ruim.

– Reduzir o consumo de carne vermelha. Que tal substituí-la por peito de frango ou peixe?

– Preferir os queijos brancos em vez dos amarelos.

Alguns alimentos são, comprovadamente, benéficos para ajudar no equilíbrio dos índices do colesterol. Confira a seguir:

Aveia: pelo fato de conter fibras solúveis, ela ajuda a tirar o colesterol de circulação, eliminando-o pelas fezes.

Soja: a proteína dela faz os receptores do fígado atraírem a gordura e as isoflavonas combatem a formação da placa. Os fitosteróis competem com o colesterol, diminuindo sua absorção.

Antioxidantes: encontrados nas frutas e verduras ricas em vitaminas C, E e betacaroteno (como laranja, manga, mamão, beterraba, etc), eles impedem a oxidação do LDL.

Gorduras do bem: conhecidas como mono e poli-insaturadas. As mono reduzem o colesterol total sem alterar o HDL e são encontradas em oleaginosas, azeitona e abacate. As poli diminuem a produção do colesterol e estão presentes em nos óleos vegetais.

Quando o assunto é o colesterol, o que vale é ter atenção desde sempre. Muitas pessoas só se ligam nisso depois dos 40 anos, quando já pode ser tarde. Ter uma rotina saudável, consultar sempre o médico e abandonar o cigarro são essências na luta contra o colesterol, não se esqueça!

Fonte: Clique Saúde

Gravidez natural para soropositivos,é possivel? – Plano de Saúde RJ September 20, 2011

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Em condições controladas com ajuda médica, é possível um casal soro discordante para o HIV (quando um é positivo e o outro negativo) ter uma criança livre do vírus. Com base nisso, especialistas consultados pela Folha de S.Paulo apoiam a gravidez de pessoas que são soropositivas.

A publicação informou ontem que o Ministério da Saúde elabora um documento de instrução sobre o tema.

Leia a seguir a reportagem publicada nesta quarta-feira.

Médicos apoiam gravidez natural para soropositivos

Risco de transmissão do vírus é quase zero em condições controladas, dizem infectologistas

FERNANDA BASSETTE

DA REPORTAGEM LOCAL

Especialistas em AIDS apoiam a intenção do governo de orientar soropositivos que querem ter filhos a engravidar naturalmente, desde que respeitem condições específicas.

Reportagem publicada ontem pela Folha informou que o ministério elabora um documento para ser apresentado em junho que instrui esses casais sobre a forma mais segura de reprodução natural.

De acordo Andrea da Silveira Rossi, consultora indicada oficialmente pelo ministério para falar sobre o tema, a estratégia de redução de riscos inclui: fazer sexo desprotegido na data exata do período fértil; estar com a carga viral baixa; ter o CD4 (células de defesa) elevado e não ter outras doenças.

“Pessoas com HIV podem ter filhos. A transmissão depende da quantidade de vírus presente no sangue. Se a carga viral estiver baixa e a doença, rigorosamente controlada, o risco de transmissão é praticamente zero”, afirma o infectologista Ésper Kallás, professor da USP.

Segundo Kallás, estudos internacionais envolvendo gravidez de casais em que apenas um tinha o vírus não detectaram transmissão -o que reforça a tese de que, em casos especiais, o risco é mínimo.

“Isso é tão verdade que a Suíça, por exemplo, abre a possibilidade de casais com a carga viral controlada não precisarem usar CAMISINHA em todas as relações sexuais”, diz Kallás.

Juvêncio Furtado, membro do comitê de HIV/AIDS da Sociedade Brasileira de Infectologia, diz que nos últimos dois anos atendeu seis casais nessas condições. “Nenhum parceiro se contaminou e todos os bebês nasceram saudáveis.”

Mas tanto Kallás quanto Furtado reforçam que a orientação não pode ser generalizada. “Não dá para os pacientes tomarem a decisão sozinhos. É preciso ter certeza de que essa é a melhor solução”, diz Kallás.

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse ontem que ainda não tomou uma decisão sobre o documento . “O que nós queremos é que todas as brasileiras que queiram ter filhos os tenham em condições seguras para si e para os seus bebês”, afirmou. “Mas ainda não há nenhuma definição de como isso vai ser feito.”

Colaborou a Sucursal de Brasília

Fonte: Clique Saúde

Benefícios da musculação em idosos – Plano de Saúde Rio September 6, 2011

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Os exercícios anaeróbicos, também chamados de exercícios resistidos ou de musculação, envolvem curtos impulsos de esforço seguidos por períodos de descanso, resultando no desenvolvimento de força e hipertrofia muscular (aumento da massa dos músculos).

Muitas estudos sugerem que os exercícios resistidos, quando prescritos e supervisionados de uma forma apropriada, apresentam efeitos favoráveis em  diferentes aspectos da saúde de qualquer indivíduo.Neste contexto, podemos citar: um aumento da força muscular com melhoria da resistência aos esforços, bem-estar mental e social, além de um impacto positivo sobre os fatores de risco cardiovasculares, como a obesidade, hipertensão arterial e diabetes.

O envelhecimento tende a produzir processos degenerativos em cartilagens, ligamentos, tendões e músculos, além de reduzir a massa óssea. Esses efeitos são potencializados pelo sedentarismo, achado muito comum entre os idosos. A composição corporal tende a piorar no envelhecimento sedentário devido ao aumento do tecido gorduroso e uma redução das massas óssea e muscular.

Todas as qualidades de aptidão física apresentam redução em seus níveis nas pessoas que envelhecem de forma sedentária.As pessoas idosas sentem os efeitos do sedentarismo nas limitações que encontram para a vida diária, e nas doenças crônicas manifestas ou de difícil controle.

A atividade física em geral apresenta efeitos que se contrapõem aos do envelhecimento sedentário, mas os exercícios de musculação tem se mostrado como os mais adequados para essa finalidade.A massa muscular e a força diminuem em todas as pessoas na terceira dade. A perda de massa muscular ocorre basicamente devido a processo degenerativo do sistema nervoso, que leva ao desaparecimento de células nervosas da medula espinal.

A diminuição da velocidade dos movimentos apresenta paralelismo com a redução da massa muscular e da força. Sem estímulos adequados, são observados importantes reduções de massa e força musculares durante o envelhecimento.

Os exercícios resistidos são atualmente reconhecidos como os mais importantes para pessoas idosas, não apenas pela eficiência dos efeitos promotores de saúde músculo-esquelética, pelo alto grau de segurança geral, mas também, pelos seus estímulos à saúde cardiovascular. Além disso, pessoas idosas com frequência tem dificuldades para realizar exercícios aeróbicos, mesmo que suaves, como caminhar.Os fatores limitantes podem ser dores nas articulações e na coluna vertebral, tonturas, falta de equilíbrio, angina do peito, arritmias cardíacas e falta de ar.

Texto revisado por Clarice Aristides.

Fonte: Quero Viver Vem (http://www.qvb.com.br)

Fonte: Clique Saúde

Pouca vitamina D em bebês pode aumentar risco de esquizofrenia – Plano de Saúde RJ September 5, 2011

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A esquizofrenia é uma doença sem cura marcada por alucinações, alterações na afetividade e problemas nas atividades sociais. E, de acordo com cientistas do Instituto do Cérebro da Universidade de Queensland, na Austrália, o baixo nível de vitamina D em recém-nascidos aumenta a chance de desenvolvê-la anos depois.

A equipe contou com amostras de sangue de bebês da Dinamarca. Então, comparou a concentração da substância dos que posteriormente manifestaram a psicose com as dos que não a apresentaram (grupo controle). Assim, chegou à conclusão de que aqueles com taxas menores tiveram risco dobrado de ter o transtorno.

O pesquisador Darryl Eyles disse ao jornal Daily Mail  que a vitamina D é necessária para o crescimento celular e a comunicação de todos os órgãos do corpo. Por isso, não seria nenhuma surpresa constatar que sua falta causa efeitos no cérebro. A publicação Archives of General Psychiatry divulgou as considerações.

Vale acrescentar que a produção de vitamina D é estimulada pela exposição solar. Isso não significa que deve ficar ao sol por longos períodos e sem proteção, é claro. A substância está presente também em peixes e crustáceos e, em menor quantidade, em ovos e leite.

Fonte: Clique Saúde

Grávidas que usam laquê podem ter bebês com deformações – Plano de Saúde Rio September 2, 2011

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A exposição ao laquê durante a gravidez pode aumentar o risco de bebês nascidos com más-formações no sistema genital-urinário, segundo um estudo do Imperial College, de Londres, publicado pela revista Environmental Health Perspectives.

Os autores do estudo asseguram que as mulheres  que são expostas aos ftalatos, compostos químicos presentes no laquê, poderiam correr maior risco de ter filhos com hipospádia, uma anomalia congênita que evita que o pênis se desenvolva corretamente.

As crianças que sofrem desta má-formação costumam apresentar o meato urinário (orifício da uretra) em algum lugar da parte inferior da glande, no tronco ou na área de união entre o escroto e o pênis.

Os pesquisadores esclarecem que o perigo não está no uso doméstico do laquê, mas no caso das mulheres grávidas que estão expostas a maiores doses por razões de trabalho, como no caso das cabeleireiras e funcionárias de centros de beleza.

O estudo examinou o caso de 471 mulheres que tinham tido filhos com hipospádia e de um número similar de mulheres com bebês sem más-formações, e chegou à conclusão que a exposição ao produto nas mulheres do primeiro grupo tinha dobrado os casos em relação ao do segundo.

Fonte: Clique Saúde